23 de jun. de 2014
Mistérios: Ashtar Sheran, o Protetor
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Mistérios: A Batalha de Los Angeles
A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.
Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não se transformaram em objetos cadentes.
Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.
No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.
Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo. Mencionei que o governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje?
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Mistérios: Macaco-Gambá
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Mistérios: O Resort de San Zhi
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mistérios: Vórtice do Golfo de Aden
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25 de mai. de 2014
Banheiro Mal-Assombrado Causa Desmaios em Escola no Vietnã
Pequim (China) - Alunos de uma escola na província de Phu Yen, no Vietnã, começaram a apresentar casos de desmaio em massa depois de afirmarem que um banheiro localizado em seu dormitório é assombrado e relatarem que o lugar é habitado por fantasmas. Phan Van Tho, diretor da escola Son Hoa, confirmou que um grande número de alunos em situação de internato já desmaiaram ou gritaram durante a noite durante o mês passado.
Durante os desmaios, segundo o diretor, os alunos também dizem coisas ininteligíveis.
Um dos acasos aconteceu com o estudante K Pa Ho Luon. Uma noite no início de novembro, depois de voltar para seu quarto, Luon caiu no chão, falando coisas sem sentido, além de se debater, e em seguida desmaiou.
Depois de ser internado no Hospital Geral da província, o estudante disse a todos que ele havia visto um fantasma no banheiro. Muitos outros estudantes apresentaram o mesmo quadro. Em apenas uma noite, 12 estudantes caíram inconscientes ao mesmo tempo.
Tal situação tem causado um clima de medo entre os alunos e muitos não ousaram permanecer no dormitório, preferindo se alojar fora da escola. Muitos estudantes têm sido tão assombrado pelos "fantasmas" que não se atrevem a dormir sozinhos ou ir ao banheiro depois de escurecer.
Todos os alunos que desmaiaram foram levados para o hospital para tratamento de emergência, disse o diretor da escola.
A direção da escola tem realizado reuniões com os pais e alunos para que todos mantenham a calma, enquanto se aguarda uma investigação pelos órgãos competentes.
Postado por Felipe às 13:37 0 comentários
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23 de mai. de 2014
O Escoteiro Desaparecido
Foto de Marco Aurélio, e seu pai com o cartaz de "Procura-se", na época do seu misterioso desaparecimento.
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Um deles, o escoteiro Marco Aurélio desapareceu de uma forma misteriosa e de certa forma "Sobrenatural",
Iniciava-se nesse momento um dos maiores mistérios indecifráveis conhecidos no Brasil, o "Desaparecimento do Escoteiro Marco Aurélio Simon."
Marco Aurélio estava em uma excursão no *Pico dos Marins, junto a seu grupo de escotismo, quando um dos escoteiros se machucou.
Marco Aurélio, como monitor da equipe, se ofereceu para ir à frente do grupo abrindo caminho e em busca de socorro.
O escoteiro partiu para sua missão, e desapareceu por completo, sem deixar qualquer vestígio.
Até os dias de hoje, com mais de 25 anos do seu desaparecimento, a família ainda sofre com a incerteza sobre o destino de Marco Aurélio, embora mantenha viva a esperança de reencontrá-lo.
Para ser atingido é necessario subir encostas rochosas íngremes, porém é possível sua ascensão sem a utilização de equipamentos especiais.]
"Em nenhum momento eu considerei meu filho morto", diz Neuma.
Foi em 8 de junho de 1985 que Marco Aurélio, acompanhado de mais quatro escoteiros e do guia, saiu de casa para uma excursão aoPico dos Marins [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude: 22°30'1.51"S, 45° 7'17.63"W].
A viagem seria um teste para graduação dos escoteiros como "Sênior", caso conseguissem completar satisfatóriamente a missão.
O grupo era formado pelas seguintes pessoas:
- Ricardo Salvione ==> Escoteiro;
- Osvaldo Lobeiro ==> Escoteiro;
- Ramatis Rohm ==> Escoteiro;
- Juan Bernabeu Céspedes ==> Instrutor e Líder do Grupo.
Com o objetivo de ajudar, o escoteiro Marco Aurélio Simon se ofereceu para ir na frente do grupo, abrindo caminho para passagem do amigo acidentado, e também para ver se encontraria alguma ajuda o mais rápido possível.
Com o consentimento do líder do grupo, Juan Bernabeu Céspedes, Marco Aurélio partiu na trilha em direção ao acampamento onde haviam se instalado, mas a partir desse momento, o garoto nunca mais foi visto, desapareceu por completo.
Durante 28 dias, policiais civis e militares vasculharam o pico a pé e com helicópteros.
Nenhum corpo, nenhum pedaço de roupa ou rastro na terra foram achados. Foi como se Marco Aurélio tivesse "evaporado".
A polícia procurou tão bem e de forma tão minunciosa, que um soldado perdeu uma faca no meio do mata e, na busca do dia seguinte, ela foi encontrada.
Mas não houve pistas do meu filho, diz a mãe.
Certa vez, um delegado perguntou se os pais acreditavam em discos voadores e sugeriu que fossem a Brasília e falassem com um general da Aeronáutica, conhecedor de fenômenos extraterrestres.
O general disse que podia comunicar-se com ET's por telepatia.
Desesperados e fazendo qualquer coisa para ter seu filho de volta, os pais disseram a ele que pedisse aos ET's a devolução do filho.
Nunca houve resposta por parte do General.
Durante 28 dias, mais de 300 pessoas entre voluntários, bombeiros e equipes especializadas em salvamento e busca na selva vasculharam a região do Pico dos Marins, sem sucesso.
O desaparecimento misterioso de Marco Aurélio e o fato de não conseguirem encontrar nenhum tipo de vestígio do escoteiro deixou perplexos os homens que participaram das buscas, bem como as autoridades envolvidas.
Nâo foram encontrados rastros, marcas, (roupas ou pertences como faca, cantil ou canivete. Nada foi encontrado.
Foi como se ele nunca estivesse estado naquele local.
Seu desaparecimento transformou-se em um enigma até os dias de hoje.
O grupo chegou à cidade de Piquete [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude: 22°36'50.99"S, 45°10'41.09"W] no dia 06 de junho de 1985, uma quinta-feira..
Os escoteiros do grupo Olivetano então se dirigiram à propriedade do Sr. Afonso Xavier, um conhecido guia local com mais de 50 anos de experiência em guiar tuirstas ao Pico dos Marins, onde montaram acampamento e realizaram diversas atividades próprias do escotismo.
O acampamento se tornou a "Base" dos escoteiros para sua missão.
Daquele local, onde estavam acampados, partiriam para a trilha em direção ao "Pico dos Marins".
A viagem não trazia nenhum desafio excepcional, pelo contrário: o Pico dos Marins já era um destino bastante procurado por turistas e aventureiros.
Nem escalada estava incluída no passeio. Para chegar ao topo do morro, bastava fôlego para subir uma trilha aberta na década de 30.
No dia 07/06/1985 (Sexta-Feira), os escoteiros, liderados por Juan Bernabeu Céspedes, iniciaram os preparativos para a subida ao cume, que só ocorreria na manhã seguinte.
Certo da facilidade do trajeto, Juan Bernabeu dispensou o guia (Sr. Afonso) que seguiria a trilha com o grupo.
No dia seguinte (08/06/1985), os escoteiros começaram a caminhada em direção ao cume do Pico dos Marins.
Quando o grupo estava entre o "Morro do Careca e o Pico dos Marins", um dos escoteiros, Osvaldo Lobeiro, sofreu uma luxação no joelho.
Devido à esse problema, todos desistiram da subida e decidiram retornar ao acampamento.
Então foi improvisada uma maca para transporte do escoteiro Osvaldo Lobeiro, mas ela não ficou adequada, então todos resolveram levá-lo de volta apoiado nos ombros de seus amigos, e começaram a descida de volta.
Antes da descida, Marco Aurélio, o qual tinha mais experiência entre os integrantes do grupo, e também era o monitor da equipe, pediu para ir na frente com o objetivo de abrir o caminho para que os companheiros conseguissem passar com mais facilidade, tendo em vista que até aquele momento havia previsão de que o escoteiro ferido seria transportando em uma maca.
O líder do grupo, Juan Bernabeu, autorizou a descida de Marco Aurélio, mas orientou que ele livasse um giz para marcar durante seu trajeto, o número "240", que era o número do Grupo de Escoteiros Olivetanos ao qual eles pertenciam.
Marco Aurélio partiu então para a descida.
Era 14:30' do sábado, 08 de Junho de 1985, último momento em que o escoteiro Marco Aurélio Simon foi visto.
Algum tempo depois, o restante do grupo transportando o ferido também parte para a descida.
O grupo então passa por três pedras, e encontra as marcas "240", feitas por Marco Aurélio, mas após a terceira pedra, surge uma bifurcação, com trilhas à esquerda e a direita.
O grupo então percebeu que Marco Aurélio havia ido pela trilha da esquerda, mas nesse trajeto haviam obstáculos, fazendo com que não fosse possível passar com o ferido, pois estavam levando Osvaldo Lobeiro apoiado nos ombros.
Nesse momento o líder do grupo, Juan Bernabeu, decide pegar então a trilha da direita, sendo que todos o questionam, pois Marco Aurélio havia pego a trilha da esquerda.
Como resposta, Juan diz que não havia problema, pois eles se cruzariam mais à frente, e seguem a trilha determinada (da direita).
Devido à essa decisão, o caminho se tornou mais longo, fazendo com que todos só chegassem de volta ao acampamento à 05:30' da manhã do dia seguinte, levando aproximadamente 15 horas para cumprir o trajeto.
Todos imaginavam que encontrariam Marco Aurélio talvez dormindo na barraca do acampamento, mas ao chegarem encontraram a barraca vazia com os pertences do amigo perdido intactos.
Todos estranharam e ficaram preocupados e assustado, pois caminho que ele deveria ter feito, já seria tempo de ter chegado ao acampamento.
Na manhã seguinte, o líder decidiu voltar às trilhas percorridas, com o objetivo de encontrar Marco Aurélio, mas retornou 5 horas depois, sem suceso. Nenhum vestígio do garoto foi encontrado.
Com o comunicado do desaparecimento de Marco Aurélio Simon, uma grande busca foi realizada incessantemente durante os trinta dias seguintes ao fato, contando com mais de 300 pessoas, entre soldados e oficiais da Polícia Militar, Batalhão de Infantaria do Exército sediado em Lorena, bombeiros, cães farejadores, alpinistas, mateiros, guias, voluntários e equipes especializadas em salvamento e busca na selva; parapsicólogos, sensitivos, videntes e cartomantes chegaram a participar dos esforços.
Também foram utilizados helicópteros e até um avião da força aérea, o qual sobrevoou a região tirando fotos com o objetivo de conseguir alguma pista sobre Marco Aurélio.
A região foi completamente vasculhada e sobrevoada por helicópteros e aviões, mas sem sucesso.
Nada, nem uma única marca ou minúscula pista foi encontrada. Marco Aurélio havia "evaporado".
Atéw os dias de hoje, Ivo Simon diz acreditar que seu filho não foi morto.
O jornalista reclama também da falta de apoio da União dos Escoteiros do Brasil e agradece a solidariedade que recebeu de todos os cantos do país.
"Isso é reconfortante e ajuda a nossa família a ter esperanças de encontrar Marco Aurélio vivo um dia."
Marco Aurélio Simon era um garoto curioso.
Tudo o que fugia do convencional despertava seu interesse.
Na adolescência, além de se dedicar ao escotismo, chegou a fazer um curso de detetive por correspondência, tamanho era o seu interesse pelos mistérios do mundo.
Mas foi a sua própria história que acabou se tornando um dos mais intrigantes enigmas ocorridos em terras brasileiras.
Vista do Cume do Pico dos Marins (MG) |
“Foi uma das maiores buscas já realizadas no país, mas nada foi encontrado.
Nenhuma faca, nenhuma peça do vestuário do Marco Aurélio. Nada”, diz Ivo Simon, pai do escoteiro.
O inquérito policial foi arquivado em 1990, sem ter chegado a nenhuma conclusão.
Algumas das hipóteses levantadas na época para o mistgerioso desaparecimento foram as seguintes: ele teria sido assassinado pelo líder (esta foi a primeira possibilidade levantada pela polícia, que depois a descartou porque Juan não tinha instrumentos capazes de matar o garoto e sumir com o corpo).
Outra teoria é de que Marco Aurélio teria caído em algum buraco (se isso tivesse ocorrido, o cheiro do corpo em putrefação teria chamado a atenção dos cães farejadores que participaram da busca, o que não ocorreu) ou simplesmente fugido (nenhum morador da cidade ou dos arredores viu o escoteiro).
A quarta hipótese é de que ele poderia ter sido "abduzido" (levado por extraterrestres).
O Pico dos Marins é considerado uma região com muito poder magnético, o que, segundo místicos, atrairiam naves extraterrestres.
Por isso, a família até procurou ufólogos, que também não souberam explicar o que havia acontecido.
Com o fracasso das investigações, a família passou a contar com o apoio de místicos, religiosos e ufólogos.
“Fomos a umbandistas, parapsicólogos, espíritas. A maioria diz que ele está vivo”, conta Ivo.
Quando procuraram o famoso médium Chico Xavier, o qual morreu no ano de 2002, tiveram a seguinte resposta:
“Só me comunico com pessoas que desencarnaram, e não com os vivos”.
Por conta disso tudo, a família Simon acredita que o rapaz ainda está vivo, e acompanha como seria a fisionomia do filho pelas transformações no rosto de Marco Antonio, irmão gêmeo univitelino de Marco Aurélio.
A gente não tem mais onde buscar, mas se alguém me disser algo, der alguma pista, nós vamos atrás, não entregamos os pontos.
O que me tortura é esse mistério, é não saber o que aconteceu com meu filho”, desabafa Ivo Simon.
Marco Aurélio tem um irmão gêmeo idêntico, chamado Marco Antonio, e de acordo com a passagem do tempo, principalmente os pais de Marco Aurélio ficam imaginando como estaria seu filho na atualidade, observando seu outro filho, Marco Antonio.
Marco Antonio, irmão gêmeo de Marco Aurélio em foto tirada aproximadamente no ano de 2006. Nessa época Marco Aurélio deveria estar com essa aparência. |
Todos se espantaram, pois Marco Aurélio como escoteiro usava um apito, que é um instrumento de auxílio para ajudar a localização de uma pessoa perdida ou em dificuldades na mata.
No momento do som do apito, todos saíram do casa onde todos estavam alojados, que era do Sr. Afonso que era um guia local, e se dirigem em direção à mata, onde havia surgido o som, e de repente se deparam com flash's de luzes azuis, as quais se acenderam e se apagaram por três vezes.
Após esse incidente, o líder do grupo, Juan Bernabeu, também pega seu apito e vai em direção à mata e começa à soprá-lo, solicitando um retorno, mas nada acontece, somente silêncio.
Vista do "Pico dos Marins", local do desaparecimento do Escoteiro Marco Aurélio. Neste local também existem relatos de avistamentos de luzes misteriosas e OVNI's.
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Rodrigo Nunes.
Editora Opção, 2006.
Pessoas que participaram diretamente do caso, após a leitura da obra perderam a timidez de falar sobre o que, inicialmente, ocultaram.
Novas versões e possibilidades foram reveladas.
Em meio a tantas contradições sobre o paradeiro do escoteiro desaparecido, pequenos raios de luz entram pelas frestas da então escura e misteriosa história que envolve o garoto paulistano.
No ano de 2008, devido à este acontecimento, o jornalista Rodrigo Nunes lançou o livro "Operação Marins 2 - Novas Descobertas", complementando os fatos sobre o caso do escoteiro desaparecido.
Rodrigo Nunes.
Editora Opção, 2008.
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Quanto mais o tempo passa, mais fragmentos do caso vão se perdendo, pois as testemunhas do caso deixam de existir, e outras vão deixando os fatos no esquecimento.
O que de tão fantástico poderia ter feito Marco Aurélio desaparecer daquela forma, sendo que nada sobre o fato tenha sido encontrado, mesmo com o grande esforço efetuado através de equipes especializadas, aviões, helicópteros equipes militares, montanhistas, mateiros, policiais e cães farejadores?
O mistério é tão grande, que cogita-se que talvez ele tenha sido abduzido por alieníginas ou que talvez tenho passado por algum portal interdimensional.
A única certeza é que Marco Aurélio desapareceu de uma forma tão misteriosa e fantástica, que explicações normais praticamente foram descartadas, indicando que talvez algo fora dos padrões normais tenha acontecido com ele no dia do seu desaparecimento.
O que na verdade aconteceu talvez nunca seja descoberto, fazendo desse caso mais um grande mistério, ficando gravado nos arquivos Sobrenaturais e se tornando algo "Além da Imaginação".
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12 de abr. de 2014
Bloop Misterioso som do oceano
Algum tempo depois esses submarinos com sonares super potentes, foram doados para o departamento nacional oceanográfico e atmosférico dos Estados Unidos NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration).
Bloop é o nome dado ao som de frequência muito alta, extremamente poderosa, captada no verão de 1997 pelos microfones da NOAA e que até hoje não foram mais ouvidos ou explicados completamente.
A localização desse som, foi entre América do Sul, ea costa sudoeste, e ele foi tão potente, que se fosse feito por algum ser vivo, ele deve ser muitas vezes maior que a baleia azul, o maior animal do planeta. O Bloop podia ser ouvido por mais de 5.000 km.

Os cientistas levantam algumas hipóteses, não orgânicas para explicar o Bloop e outros sons estranhos, tais como: Icebergs rachando, tremores de terras em alto mar, erupções vulcânicas no fundo do oceano, etc.
Diversas ossadas de animais pré históricos tais como Elasmossauro foram encontradas em alto mar.
Poderia essa criatura ou qualquer outra de mesmas dimensões ter sobrevivido.
Segundo alguns historiadores, a existência de animais como o Elasmossauro é muito pouco provável mas não impossível, já que animais como crocodilos e milhares de especies marinhas sobreviveram pelo fato de viverem na aguá.
Postado por Felipe às 11:16 0 comentários
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O Caso "Clifford Hoyt"
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