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5 de jul. de 2013

Brincadeira Perigosa

Bruce acordou em um hospital, logo, estranhou o fato de estar deitado em uma cama com diversos curativos pelo corpo, principalmente nos braços e no rosto, não tinha a mínima ideia de como chegou até ali. Além da aparente amnésia, seu corpo estava dolorido como se tivesse exercido grande esforço, mal conseguia se mexer. Alguns minutos depois, a mãe de Bruce entrou no quarto acompanhada de uma enfermeira e chorando muito perguntou:
- O que você fez? – soluçando muito por causa do choro.
Mas Bruce não entendia porque estava em um hospital e muito menos o porque de sua mãe estar perguntando aquilo e, com grande dificuldade de falar, perguntou como é que ele ficou naquele estado e qual era o motivo do choro da sua mãe. Mas a senhora estava tão abalada que precisou ser retirada do quarto e tranquilizada com calmantes.
Mais tarde, a presença de um investigador de policia confundiu ainda mais a cabeça de Bruce. O homem fez diversas perguntas, tais como: o que levou Bruce a cometer aquelas terríveis atrocidades. O investigador questionou Bruce de diversas formas, mas a única resposta que recebeu do garoto foi: - não lembro de nada! . Foram quase duas horas de perguntas, mas sem resultado satisfatório para o investigador, que antes de sair disse a Bruce:
- Tudo indica que foi você!
Bruce continuou sem entender nada.
O investigador, chamado Frank, foi pegar o depoimento da única pessoa que realmente sabia de fato o que aconteceu em uma terrível noite, em que Bruce teria cometido tais terríveis atrocidades. Era Aline, amiga de Bruce. Frank pediu para ficar a sós com a garota, e logo de cara perguntou:
- O que aconteceu naquela noite?
Aline começou a descrever passo a passo os acontecimentos dessa apavorante noite, e o que ela revelou, surpreendeu e também assustou Frank.
- Estávamos todos na casa de uma amiga chamada Camille, havíamos combinado de assistir alguns filmes, mas os garotos mudaram de ideia, eles queriam fazer uma brincadeira de um antigo livro de bruxaria. Era uma espécie de jogo em que os espíritos revelariam o destino de cada pessoa participante. Junto com o livro, havia cartas com vários dizeres, amor, sorte, azar, doença, morte...Eu, Camille e uma outra amiga chamada Ana, não queríamos participar, mas com a insistência dos garotos, acabamos aceitando. Sentamos todos no chão em volta das cartas, mas para começar o jogo, era necessário alguém dizer algumas palavras estranhas que estavam escritas no livro, Bruce se prontificou em dizê-las, e foi aí que aconteceu. Depois de repetir por diversas vezes aquelas estranhas palavras, Bruce começou a se sentir mal e desmaiou. Nós tentamos ajudá-lo, mas logo ele acordou, não sei como...Mas quando levantou, parecia ser uma outra pessoa. Seus olhos estavam brancos e em seu rosto havia uma expressão de maldade como nunca vi antes. Com certeza não era Bruce, parecia que alguma coisa o havia possuído. Ele pegou uma garrafa de vinho que estava sobre uma mesa e a quebrou, e com a garrafa quebrada, começou a golpear nossos amigos, ninguém teve tempo de correr. Eu vi Bruce assassinar três amigos bem na minha frente. Ele tentou me atacar, mas eu consegui correr, ele feriu apenas o meu braço. Mas não fui muito longe, fiquei toda encolhida em um canto da cozinha, Bruce ainda veio atrás de mim, mas parou bem na minha frente e começou a cortar o próprio rosto e braços, depois de um tempo, desmaiou novamente, foi aí que chamei a policia.
O investigador estranhou tudo o que Aline disse, mas devido a expressão de terror do rosto da garota e a forma com que ela contou os fatos, ele sabia que Aline dizia a verdade.
Mesmo sem saber o que de fato realmente aconteceu, Bruce foi conhecido como o assassino dos três jovens, Ana, Camille e Mark. Frank não sabia se o que Aline disse era realmente algo relacionado ao sobrenatural, e não pode fazer nada a respeito. Bruce, quando se recuperou, foi preso pelo assassinato de seus três amigos. Só Aline se lembrava daquela terrível noite, em que uma brincadeira, terminou em tragédia.

Visita Macabra



Andrew

 presenteou seus pais com um jantar em um dos restaurantes mais chiques da sua cidade. O casal estava comemorando mais um aniversário de casamento. Os pais de Andrew adoraram o presente, mas ficaram com receio de deixar o filho sozinho em casa, pois naquela semana, a policia recebeu diversos chamados relatando tentativas de invasão em residências na rua em que moravam. Depois de dizer repetidas vezes :"Podem ficar tranquilos, estarei bem" e "Não precisa se preocupar", Andrew conseguiu convencer os pais a irem nesse jantar.
Logo que os pais saíram, Andrew trancou toda a casa, foi para a sala, deitou no sofá, ligou a tv e passou a acompanhar um jogo de futebol.
Cerca de dez minutos depois a campainha tocou. Andrew estranhou, pois não esperava ninguém. Do pequeno trajeto do sofá até a porta, a campainha tocou repetidas vezes. Andrew nem se quer olhou pelo olho mágico e foi logo abrindo a porta, mas, para seu espanto, não havia ninguém, Andrew apenas sentiu um vento frio e estranho passar por ele, assustado, fechou a porta rapidamente.
Andrew voltou a se deitar no sofá, mas a tranquilidade do silêncio da casa, passou a sentir um enorme desconforto. A medida em que os minutos passavam, o garoto se sentia cada vez mais agoniado com algo que nem ele sabia o que era. Andrewolhava para o relógio, esperava que as horas passassem depressa, queria que seus pais retornassem o quanto antes. Andrew se sentia estranho, sentia como se alguém estivesse bem próximo observando cada movimento. O rapaz foi ficando cada vez mais assustado, até que decidiu ir para o quarto e ficar lá até seus pais chegarem. Andando apressadamente, Andrew subiu as escadas, e para aumentar ainda mais seu medo, teve a ligeira impressão de ouvir passos, parecia que alguém o havia acompanhado ao subir as escadas. Antes de entrar em seu quarto,Andrew foi até o banheiro no fim do corredor, ele estava muito assustado, mas a vontade de usar o banheiro era muito grande. Quando voltou, notou algo estranho em seu quarto. Ao passar para ir ao banheiro a porta estava fechada, agora, estava totalmente aberta. Caminhando lentamente, Andrew foi até a porta do quarto, que estava totalmente escuro, e receosamente acendeu a luz, mas lá havia algo esperando por ele. A lâmpada começou a piscar freneticamente e, entre esses pequenos espaços entre a claridade e a escuridão, Andrew pode ver aquilo que o apavoraria. Sentado na beira da cama, havia um vulto negro, meio acinzentado. Andrew ao ver aquela coisa em seu quarto se desesperou e saiu correndo, descendo as escadas, passando pela sala e indo até a rua, mas, aquele ser estranho o perseguiu por todo esse trajeto. Andrew, lá da calçada, pode ver a porta da sua casa ser fechada violentamente. Aterrorizado, Andrew sentou-se na calçada e começou a chorar.
Não demorou muito e seus pais logo retornaram, Andrew tentou explicar o que havia ocorrido, mas não conseguia, ainda chorava muito.
Ainda fora da casa, seu pai telefonou para a policia e, só depois que chegaram duas viaturas, eles entraram na casa. A casa estava toda revirada, a sala, a cozinha, os quartos, todos com os móveis fora de lugar e objetos jogados ao chão. A policia fez uma breve investigação e constatou que não haveria como alguém ter entrado na casa, não havia sinal de arrombamento e nem nada foi roubado da casa. Eles também ouviram o depoimento de Andrew, não estranharam o que ele relatou, mas não fizeram nenhum comentário.
Andrew e seus pais ficaram assustados com tudo aquilo, mas só o garoto sabia o que realmente aconteceu, e jamais vai esquecer aquela cena extremamente perturbadora.

O Vizinho


Era domingo a tarde, e lá estava Ned, deitado no sofá com sua preguiça habitual dos fins de semana. Ned estava de férias do trabalho, então, praticamente todo dia era dia de preguiça. Solteiro e morando sozinho, ele não ligava muito para as tarefas domésticas, e quando não estava trabalhando, só queria saber de sair com os amigos ou ficar em casa em completo ócio. Mas algo naquela tarde mudaria sua rotina preguiçosa. 
Em meio a um pacote enorme de salgadinhos e vários cliques no controle remoto a procura de um programa de TV que pudesse entretê-lo, Ned ouviu a campainha tocar. Com muito o custo o jovem rapaz levantou do sofá, e caminhando lentamente foi até a porta, visualizou a visita pelo olho mágico, e só aí atendeu. Era seu vizinho e amigo Bob. 
Bob parecia estar com muita pressa, ele pediu para que Ned lhe fizesse um grande favor. Bob pediu que Ned vigiasse sua casa enquanto ele estivesse fora, disse que tinha assuntos pessoais a tratar e ficaria ausente por uns dias. Por se tratar de um bom amigo, Ned sem pensar duas vezes e disse que faria o favor a Bob. Bob agradeceu e entregou uma cópia da chave da casa para que Ned pudesse adentrar e alimentar os cães uma vez por dia. Bob se despediu, entrou no carro e saiu em disparada com uma velocidade consideravelmente alta. Ned estranhou o comportamento de seu amigo, um rapaz que sempre estava de bom humor, agora, Bob estava tenso e com um ar de preocupação no rosto. Ned suspeitou que algo pudesse estar errado, mas não teve tempo de questionar Bob, sua visita estranha e inesperada durou pouco mais de um minuto. 
Nos dias seguintes Ned fez o que Bob pediu, entrava na residencia para alimentar os cães e várias vezes ao dia, verificava a segurança da casa de Bob. Mas nesses dias, algo chamou a atenção de Ned. O clima na casa parecia estar diferente, Ned sentia um enorme desconforto toda vez que a adentrava para dar ração aos cães, algo que nunca sentiu não outras vezes que entrou lá. Não sabia o que era, mas sentia-se incomodado com algo. Mas mesmo tendo essas estranhas sensações, Ned continuou fazendo esse grande favor a Bob. 
Certa noite, antes de dormir, Ned fez como nas noites anteriores, da janela de seu quarto deu uma última olhada na casa de Bob para se certificar que estava tudo em ordem, mas dessa vez, se surpreendeu com algo. Avistou o que parecia ser uma pessoa olhando pela janela da sala. Confuso, Ned continuou olhando para aquela figura estranha que poucos segundos depois desapareceu. Ned continuou observando, mas na sua cabeça havia a dúvida se realmente viu o que pensava ter visto, afinal, não era pra ter ninguém na casa. Até que Ned se surpreendeu novamente. Agora Ned teve a certeza que não era sua imaginação, mas não era aquele vulto que ele estava vendo, e sim as luzes da casa de Bob que se acendiam e se apagavam repetidamente. Sala, cozinha, quartos, cada hora era um cômodo diferente, o que confundiu ainda mais a cabeça de Ned. Todo esse acende e apaga durou pouco tempo e logo a casa ficou as escuras novamente. Ned pegou seu telefone celular e tentou fazer um ligação para Bob, mas o número discado aparecia como fora de área. Então Ned ligou diretamente na residencia, não sabia muito o que esperar dessa ligação, mas a fez assim mesmo. O telefone da casa de Bob tocou, uma, duas, três, quatro e só após o quinto toque alguém atendeu. Mas quem estava lá e atendeu ao telefone não disse nada, Ned pode ouvir só a sua respiração ofegante. Segundos depois a ligação caiu. Ned voltou a observar a casa de Bob, estava assustado, mas queria saber o que realmente estava acontecendo. Alguns minutos depois o vulto voltou a aparecer na janela da sala, mas agora sim, Ned teve a certeza que se tratava de uma pessoa, mais precisamente uma mulher. Essa estranha mulher parecia saber que Ned estava olhando para ela, pois com as mãos gesticulava e fazia movimentos como se estivesse chamando por ele. Mesmo espantado, Ned não conseguia para de olhar para aquela figura estranha, até que, ela parou de acenar, e parecendo ter uma acesso de raiva, começou a gritar e a bater as mãos violentamente contra a janela. Ned se apavorou tanto ao ver aquilo que até levou um tombo caindo de costas no chão. Ainda caído, Ned continuava a ouvir os gritos e os sons que aquela mulher provocava ao bater na janela. “Meu Deus, o que está acontecendo ? “ pensava Ned. Até que pouco tempo depois os sons cessaram e a noite voltou a ficar silenciosa. Ned continuou deitado no chão, não tinha a minima coragem de levantar e olhar em direção da casa de Bob outra vez. Mas o pior susto ainda estava por vir. Ned começou a ouvir sons na sala de sua própria casa, depois sons passos na escada que levava até o andar de cima onde ficava seu quarto, exatamente onde ele estava no momento. Apavorado, Ned se encolheu um um dos cantos do quarto e ficou ouvindo os sons de passos se aproximarem cada vez mais, até que surge pela porta uma mulher, a mesma mulher que ele viu na janela da sala da casa de Bob. Ela estava nua, chorava muito e tinha muitos machucados pelo corpo que sangravam muito. Ao ver aquela mulher com aparência pavorosa se aproximar, Ned entrou em desespero e desmaiou. Quando voltou a si já era de manhã. Ainda confuso e assustado com o que presenciou na noite passada, ele levantou e foi até a janela do seu quarto, e de lá pode ver a rua repleta de pessoas e muitos carros de policia e bombeiros em frente a casa de Bob. Ned ficou ainda mais confuso. 
As noticias após todos os acontecimentos eram que a policia, através de uma denuncia de um vizinho que ouviu gritos desesperados de uma mulher, encontrou os corpos de três mulheres nos fundos da casa de Bob, ele assassinou cruelmente as três. Bob foi preso alguns dia depois em outra cidade, ele confessou os assassinatos. Ned se surpreendeu com a crueldade de Bob, pois nunca esperava isso de alguém que sempre foi um bom amigo. 
Naquele dia, após acordar do susto e ver toda aquela movimentação na rua, Ned notou algo que estava não só na parede do quarto, mas em outros cômodos da casa, em todos esses lugares estava escrito com sangue a frase “Me ajude!”. 

3 de jul. de 2013

Jack Risonho

Era um lindo dia de verão, meu filho de 5 anos, James estava brincando no quintal de nossa casa. James sempre foi um menino quieto, ele sempre brinca sozinho,  nunca teve muitos amigos, mas sempre teve uma imaginação muito fértil. Eu estava na cozinha, alimentando o nosso cão Fido, quando eu ouvi uma "conversa", James falava com alguém no quintal. Não tenho certeza com quem ele estava falando, ele finalmente conseguiu um amigo? Ser uma mãe solteira é difícil, estou sempre de olhos bem abertos em relação a James, então decidi ir para fora e ver como ele está. Quando cheguei ao quintal, fiquei um pouco confusa, porque James era a única pessoa lá. Estaria ele falando sozinho? Eu juro que ouvi uma outra voz.

-James! É hora de entrar. -Eu chamei ele.
Ele entrou e sentou-se na mesa da cozinha, era hora do almoço, então eu decidi fazer um sanduíche de peru para ele
-James. Com quem você estava falando lá fora? - Perguntei.
-Eu estava brincando com o meu novo amigo - disse ele sorrindo. Coloquei um pouco de leite para ele
-Será que o seu amigo tem um nome? Por que ele não vem almoçar com a gente? - Perguntei. James olhou para mim por um momento antes de responder.
-Eu chamo ele de Jack Risonho.
-Oh! É um nome estranho. como ele amigo é?
-Ele é um palhaço.  Tem cabelos longos e um nariz grande em forma de cone listrado. Ele tem braços longos e calças largas, com meias listradas, e ele sempre sorri - Eu percebi que meu filho estava falando de um amigo imaginário. Acho que é normal para crianças de sua idade ter amigos imaginários, especialmente quando não tem outras crianças para brincar. Provavelmente é só uma fase.

O resto do dia passou como de costume, e estava começando a ficar tarde, então coloquei James na cama. dei um beijo nele, fez questão de ligar sua luminária do lado da cama antes de eu fechar a porta. Eu estava muito cansada, então fui para a cama não muito tempo depois.

Naquela noite, tive um pesadelo terrível ...

Estava escuro. Eu estava em uma espécie de parque de diversões devastado. Estava com medo, correndo através de um campo infinito de barracas vazias, e cabanas de jogos abandonadas. Todo o lugar tinha uma aparência horrível. Tudo era preto e branco, os prêmio de pelúcia estavam pendurados nas barracas de jogos, todos com sorrisos doentios costurados em seus rostos. Parecia que todo o parque estava olhando para mim, mesmo que não houvesse outro ser vivo lá. Então, de repente, comecei a ouvir uma música. Os sons do Pop Goes the Weasel sendo tocado por uma sanfona ecoou pelo parque. Segui a melodia para a tenda de circo quase em transe, incapaz de parar as minhas pernas de continuar o caminho. Estava escuro, a única luz vinha de um projetor que brilha no centro da grande tenda. Enquanto eu caminhava em direção à luz a música abrandou, encontrei-me cantando incapaz de parar, como aqueles macacos de brinquedos que batem dois pratos de bateria sem parar.

"Todos ao redor da amoreira,
O macaco perseguiu a doninha,
No pensamento do macaco era tudo brincadeira ..."

A música parou antes do seu clímax, e de repente as luzes focaram em mim. A intensidade das luzes me deixaram praticamente cega, tudo que eu podia ver era um pequeno escuro embaralhar uma silhueta à minha frente. Em seguida, uma outra apareceu, e outra, e outra... Havia dezenas de sombras, todas vindo em minha direção. Eu não podia me mover, minhas pernas estavam paralizadas, tudo o que eu podia fazer era ver como as númerosas e aterrorizantes sombras aproximavam-se. À medida que se aproximavam eu podia ver... que eram crianças! Ao olhar para cada um, percebi que estavam terrivelmente desfigurados e mutilados. Alguns com cortes em todo o corpo, outros foram severamente queimados, e os outros estavam faltando membros, até mesmo os olhos! As crianças me cercaram, arranhando minha pele, me arrastando para o chão, e me rasgando. À medida que as crianças me rasgavam, me cortavam, deixando-me em pedaços, tudo foi sumindo, tudo que eu podia ouvir era o riso, horríveis risos, risos assustadores.

Acordei na manhã seguinte, suando frio. Depois de respirar profundamente vi que algumas das figurinhas de ação de James foram posicionados de frente para mim em cima da minha mesa de cabeceira. Suspirei, James provavelmente tinha acordado cedo e os colocado aqui. Juntei os brinquedos e fui para o quarto de James, no entanto, quando abri a porta ele estava dormindo. Eu apenas coloquei os bonecos de volta na caixa de brinquedos e fui para a sala. Um pouco mais tarde, James acordou e preparei um lanche para ele. Ele ficou quieto e parecia um pouco tonto, talvez não tenha dormido bem.

-James, você colocou brinquedos no quarto da mamãe, esta manhã? - Seus olhos dispararam para mim por um momento, então rapidamente olhou para baixo, encarando seu cereal.
-Jack Risonho fez isso.
-Bem, diga ao 'Jack Risonho' para manter os brinquedos em seu quarto. - James terminou seu café da manhã, em seguida, decidiu ir brincar no quintal.
Fui descansar na sala de estar e acho que cochilei, porque acordei umas duas horas mais tarde.
-Merda! Eu preciso olhar o James. - Eu estava um pouco preocupada, tinha sido mais de 2 horas e eu não havia supervisionado ele. Saí para o quintal, mas James não estava lá. Eu estava ficando nervosa, então eu gritei por ele.
-James! JAMES Onde você está?! - Só então eu ouvi uma risada vinda do jardim. Corri até o portão da frente da casa. James estava sentado na calçada. Dei um suspiro de alívio e caminhei até ele.
-James quantas vezes eu já lhe disse para não sair do quintal? James, o que você está comendo? - James olhou para mim, enfiou a mão no bolso e tirou uma mão cheia de balas de todas as cores. Isso me deixou muito nervosa -Quem lhe deu esses doces? -Ele apenas olhou para mim mas sem dizer nada. -JAMES! Por favor, diga a mamãe, onde conseguiu esses doces? -James abaixou a cabeça e disse:
-Jack Risonho me deu. - Meu coração pesou, ajoelhei-me para olhá-lo nos olhos - James eu ja ouvi o bastante sobre Jack Risonho, esta maldita coisa não é REAL! Agora, esta é uma situação muito grave e eu preciso saber quem lhe deu os doces! -Eu podia ver os olhos do meu filho se encher de lagrimas.
- Mas mamãe, Jack Risonho me deu. -Fechei os olhos e respirei fundo, James nunca mentiu para mim, mas o que ele está me dizendo é impossível. Faço ele cuspir o doce e jogo o resto fora, James parece estar bem. Talvez eu esteja exagerando, afinal ele poderia ter ganho os doces de Tom e Linda da casa ao lado, ou Mr. Walker do outro lado da rua. De qualquer forma vou ter que ficar atenta.

Naquela noite, coloquei James na a cama como de costume, e fui dormir. De repente, fui acordada por um estrondo vindo da cozinha. Pulei para fora da cama e corri pelas escadas. Quando cheguei à cozinha fiquei horrorizada. Todos os talheres tinham sido jogados no chão, e nosso cão Fido estava morto, pendurado na luminária. Seu estômago foi aberto e recheado com doces, do mesmo tipo que James estava comendo mais cedo. Meu choque foi bruscamente quebrado por um grito agudo vindo do quarto de James seguido do barulho de uma queda. Eu rapidamente peguei uma faca na gaveta e subi as escadas com uma velocidade, que nem sabia que tinha. Tudo no quarto fora derrubado, estava tudo no chão, meu pobre filho em sua cama chorando e tremendo de medo, uma poça de urina se formava nos lençóis. Peguei meu filho e corri para casa ao lado, Tom e Linda felizmente ainda estavam acordados. Eles me deixaram usar o telefone e liguei para a polícia. Não demorou muito tempo para chegarem, e expliquei o que tinha acontecido, eles me olharam como se eu fosse louca. Eles vasculharam a casa, mas tudo o que encontraram foi um cão morto e dois quartos bagunçados. O oficial me disse que algum vândalo provavelmente havia entrado na casa e que fugido rapidamente quando me ouviu descendo as escadas. Eu sabia que não era verdade! Todas as portas estavam fechadas e nenhuma das janelas estavam abertas, o que estava na minha casa não era humano...

No dia seguinte, James permaneceu dentro de casa, não queria perde-lo de vista. Fui até a garagem, peguei a velha babá eletrônica e coloquei em seu quarto, se alguma coisa entrasse lá durante a noite, eu saberia. Fui até a cozinha e peguei a maior faca da gaveta e coloquei no meu criado-mudo. Amigo imaginário ou não, eu não vou deixar nada de machucar o meu menino. A noite Logo veio. Coloquei James na cama, ele estava com medo, mas prometi que não deixaria nada acontecer com ele. Dei-lhe um beijo, e acendi a luminária. Antes de fechar a porta, sussurrei:"Boa noite, James, eu te amo."

Fiquei acordada enquanto pude, mas depois de algumas horas o sono me venceu. Meu filho estava seguro e eu precisava dormir... Assim, quando coloco minha cabeça no travesseiro, escuto um barulho suave através da "babá eletrônica" que eu tinha colocado no criado-mudo. No início parecia interferência, tipo as que o rádio faz. Em seguida, virou um gemido. Seria James dormindo? Então ouvi a risada do meu pesadelo, aquela risada terrível! Levantei-me da cama e peguei a faca. Corri para o quarto de James e abri a porta devagar, tentei acender a luz pelo interruptor, mas não acendia. Dei um passo e podia sentir um líquido espesso quente em meus pés. De repente vi James, eu não podia acreditar no horror absoluto estabelecido diante de mim.

O corpo do meu filho foi pregado na parede, unhas haviam perfurado suas mãos e pés. Seu peito foi rasgado e seus órgãos expostos e pendurados. Seus olhos e língua tinha sido removidos junto com a maioria de seus dentes. Ânsia de vômito e um choro desesperado tomou conta de mim, eu não podia acreditar que aquilo era meu menino. Então ouvi novamente um gemido. JAMES AINDA ESTAVA VIVO! Meu bebê, minha pobre criança, com tanta dor ainda resistia. Eu corri através do quarto e vomitei no chão, mas a minha dor foi interrompida por uma gargalhada horrível vindo atrás de mim. Virei-me enquanto ainda enxugava o vômito da minha boca que se misturava às lágrimas, em seguida, surgiu das sombras o demônio responsável por todo esse horror, Jack Risonho.

Sua pele branca como um fantasma e cabelos negros emaranhados caíam até os ombros. Ele tinha olhos brancos cercadas por anéis pretos escuros. Seu sorriso torto revelou uma fileira de dentes afiados, e sua pele não se parecia com pele, ele parecia de borracha. Ele usava uma roupa de palhaço preto e branca, mangas e meias listradas. Seu corpo é grotesco, seus longos braços pendurados para baixo após sua cintura, ele era desengonçado parecia não ter ossos, como uma boneca de pano. Ele sorriu, deixando escapar toda sua frieza, como se estivesse me avisando de que estava satisfeito com a minha reação ao seu 'trabalho'. Tão doentio!!! Ele, então, virou-se lentamente para James e começou a rir ainda mais! Isso foi suficiente para afastar-me de meu terror.

-Saia de perto dele seu desgraçado! - Corri contra o monstro levantando a faca em cima da minha cabeça e esfaqueado- o, mas assim que a faca o tocou ele desapareceu numa nuvem de fumaça negra. A faca passou para a direita através da fumaça e perfurou o coração de James que ainda batia, tentando sobreviver... O sangue quente espirrou em meu rosto... Não ... o que eu fiz? Meu bebê, eu matei o meu bebê! Imediatamente caí de joelhos, e podia ouvir as sirenes à distância cada vez mais alto... O meu menino, meu bebê... Prometi que a mamãe iria protegê-lo... Mas não pude... Me desculpe James... Eu sinto muito...

A polícia logo chegou e me encontrou na frente do meu filho sem vida, ainda empunhando a faca coberta de sangue. O julgamento foi curto e direto: insanidade. Fui colocada num hospício, onde estive nos últimos dois meses. Não é tão ruim aqui, a única razão pela qual eu estou acordada agora, é porque alguém está batendo dois pratos daqueles de bateria musical, do lado de fora de minha cela, mas ninguém além de mim consegue ouvir...

Boneco Fofão: a teoria

Que os bonecos do Fofão vinham com uma faca dentro deles todo mundo já sabe, o que poucos sabem é o motivo disso. 
Muitos diziam que os bonecos incentivavam o assassinato e que esse incentivo vinha de mensagens subliminares escondidas nas músicas do personagem, outros apontavam motivos ainda mais mirabolantes e místicos, mas nada disso era verdade. Em sua maioria, esses boatos foram divulgados pela equipe por trás de uma apresentadora infantil que concorria com o programa do Fofão.

O que poucos sabiam, até agora, era que Fofão era algo mais do que um simples apresentador de programa infantil, Fofão era um Cérbero, um cão de guarda do Inferno.




A foto foi ampliada digitalmente para que fosse possível observar com riqueza de detalhes os rostos das duas cabeças sobressalentes que se passavam por bochechas.


Praticamente ninguém percebeu isso porque suas duas cabeças sobressalentes ficavam disfarçadas, como se fossem bochechas, mas apesar do título ele não veio com a missão de assolar a Humanidade, muito pelo contrário, ele veio protegê-la. 

Como Cérbero, sua função é guardar as portas do Inferno para que as almas condenadas não saiam de lá. Mas às vezes um espírito conseguia furar a guarda e vinha assombrar o mundo dos vivos, porém elas sempre foram recuperadas. Até que uma conseguiu fugir e permanecer assolando a Humanidade por tempo indeterminado.

A Loira do Banheiro com ajuda de uma poderosa Necromante conseguiu escapar de seu cárcere e passou a vitimar centenas de pessoas.

Incumbido de recuperar essa alma pessoalmente o Cérbero veio a Terra buscar a entidade fugitiva. Sabendo que ela havia atacado a população através de seu ponto mais fraco, as crianças, o Cão decidiu combater fogo com fogo e assumiu o pseudônimo de Fofão, iniciando sua empreitada na tentativa de adentrar todos os lares e assim aumentar sua área de cobertura, já que eram nas casas que a Loira do Banheiro mais costumava aparecer. 

Para isso o Fofão mandou que confeccionassem bonecos vodus que eram sua imagem e semelhança, e em cada boneco deveria haver um Kris, um punhal que era usado para aprisionar a alma dos sacrifícios nos antigos rituais pagãos da Indonésia.


Dois exemplares diferentes do punhal Kris encontrado dentro dos bonecos do Fofão.


O Kris tem propriedades místicas, ele pode não só armazenar espíritos como também serve de link sobrenatural, como se fosse um portal que leva os espíritos de um Kris a outro; desde que se soubesse usá-lo, é claro.

Com a popularidade de Fofão entre as crianças não foi difícil ter um desses bonecos dentro de cada casa onde houvesse uma criança, o Cérbero assim pôde armar uma emboscada. Recapturar a Loira do Banheiro agora seria apenas uma questão de tempo.

Mas de alguma forma, talvez por obra da Necromante que trouxera a Loira, as pessoas ficaram sabendo da existência desse punhal dentro dos bonecos, porém de uma forma completamente distorcida.

Amedrontados com as mentiras espalhadas, as pessoas começaram a destruir os bonecos do Fofão aos montes em busca do Kris, que para os leigos eram apenas facas, e a se livrar deles, deixando assim o mundo vulnerável às ações malignas da Loira do Banheiro.

Porém o Cérbero ainda não se foi e isso me faz crer que ainda existam bonecos do Fofão intocados em algum lugar. Por isso peço que repassem esta mensagem para todos os seus contatos antes que todos os Fofões sejam efetivamente desarmados de seu punhal e o mundo fique à mercê da Loira e de sua Necromante.

O Fofão, personagem do programa Balão Mágico era um sucesso só, tanto que ganhou uma linha de biscoitos (o clássico Lanche do Fofão - que era um wafer tamanho gigante, que as mães adoravam botar em nossas lancheiras), bombons (o Bombom do Fofão era a coisa mais murcha de que se tem notícia) e bonecos. Porém, o boneco, desde o seu lançamento, é acompanhado de uma lenda macabra. Reza a lenda, que todos os bonecos tinham, entre o pescoço e a cabeça do boneco, uma espécie de punhal. E pra completar, a população insuflava a lenda, dizendo que tinham mesmo encontrado o tal punhal - eu tive o boneco do Fofão, e dentro do meu não tinha absolutamente nada.

A lenda dizia que o ator Orival Pessini (que depois do Balão Mágico, se consagrou com o maluco-beleza Patropi) tinha feito um pacto com o diabo para decolar na carreira artística e que por conta disso, tinha dado um jeito que os bonecos de seu personagem tivessem dentro de si a tal arma-branca. Outra versão da lenda dizia que os fabricantes eram servos do demônio, e por isso colocavam o punhal dentro do boneco e que todos que tivessem o brinquedo deveriam jogá-lo no lixo imediatamente.

O meu boneco não tinha nada, mas, muita gente jura que encontrou o dito-cujo dentro dos seus. O que eu sei é que essa lenda fez com que o boneco vendesse a rodo, pra galera conferir se era satanismo ou não. Isso é que eu chamo de golpe de marketing (e de mestre!)

Liu não Morreu

Todos vocês já ouviram falar de como meu irmão tornou-se um assassino e como a história termina com ele me dizendo para ir dormir. Poucos sabem, mas..... eu nunca morri naquela noite.



   Quando Jeff me disse para ir dormir, que é exatamente o que aconteceu, depois que ele esculpiu algo

no meu peito. É tudo que me lembro daquela noite ...... Algum tempo depois acordei em uma hospital. A
enfermeira estava olhando para mim com um olhar severo, ela não sabia que eu estava acordado. Ela olhou para o médico:
      
       "Pobre garoto, ele provavelmente não tem idéia o que está acontecendo ......"
  depois que ela terminou, eu disse "Jeff .... onde está ..... Jeff?"
Ela ficou lá com um olhar perplexo.
      "Jeff meu irmão .... onde ele está?"
A enfermeira olhou para o médico e depois para mim "Liu, você nunca teve um irmão ....."
"O quê?" Eu pensei na minha cabeça "Sim, eu tenho, ele tentou me matar ontem à noite!"

A enfermeira olhou para mim novamente, então para o médico "Liu você chegou aqui após um acidente de carro que o deixou em coma... ninguem tentou te matar...."



"O QUE!" Eu gritei

  "Menino, você não precisa usar esse tom com a gente!"
O médico olhou para ela e disse: "Está tudo bem, ele apenas está um pouco machucado do acidente,
tragam os pais do menino. "
Quando meus pais vieram, levantei-me para perguntar sobre Jeff. Mas rapidamente percebi que eles não eram meus pais.
A mulher era alta e gorda, ao contrário da minha mãe e o homem é alto e magro,  meu pai era grande e forte
Eu olhei para o médico "Esses não são meus pais!"
Ele me olhou intrigado "Ele ainda deve estar tonto dos analgésicos."
Eu sabia que eu estava perfeitamente bem, eu pensei em discutir com eles sobre meus pais verdadeiros, mas não adiantaria. Meus "pais"  do hospital e eu, estávamos em nosso caminho para  "casa", mas eles fizeram um passeio muito agradável, em um Chevy Camaro 2011 eu sabia que eles deviam ter algum bom trabalho para comprar um carro como este.
Mas muito estranhamente nós chegamos à minha casa, onde tudo aconteceu, quando eu olhei para a casa,  eu tive um sentimento estranho, muito parecido com Jeff . Eu esperava no carro um pouco, tentando pensar sobre o que diabos estava acontecendo comigo. Eles olharam para mim e disseram: "vamos, siga-nos. Quando entrei vi um cachorro andando ele era um Husky Siberiano ele tinha um lindo pelo preto e grandes olhos amarelos, aparentemente ele era uma raça rara de acordo com eles. Eles me disseram que o nome dele era Wolf, sob a minha respiração, eu murmurei "cão bonito", disseram:
"Fico feliz que você gostou, ele é seu!" com um sorriso
Eu estava um pouco feliz de lado sem saber onde meus pais estavam ou o que aconteceu com Jeff, mas pelo menos eu tinha um novo amigo. Eu fui para o meu quarto e rapidamente percebi que era o quarto de Jeff , estava agora uma parede com uma imagem sobre ele, de novo aquela sensação voltou, mas mais forte. Eu andei olhando no meu quarto, parecia o mesmo, exceto para uma cama de cachorro para Wolf, que estava descansando nela, ele parecia tão calmo. Eu fui deitar na minha cama, ouvi-los gritar para eu descer. Desci e eles estavam esperando na sala de estar , eles me pediram para sentar-se que eles tinham algo a me dizer:
"Olha Liu obviamente não somos os seus verdadeiros pais .... mas eu acho que é hora de dizer o que realmente aconteceu com seus pais ..... que morreram no acidente de carro com você ...."
Eu sentei lá e eu não me importava, eu sabia que a história toda de acidente de carro era besteira e que Jeff tinha feito alguma coisa para eles, mas por que ele os matou e não me matou? Eu me perguntava por um tempo. Eu fui fazer uma caminhada com  Wolf .No meio da rua apareceu Keith, Keith era o garoto que deixou Jeff em chamas. Ele olhou para mim e disse:
"VOCÊ ...... FILHO DA ...... ..... PUTA ....... ........"
Eu sabia que isso ia dar merda, ele correu para mim com uma faca, eu agarrei a faca , Wolf foi violentamente mordendo Keith e eu deixei. Eu olhei para trás, e vi que parecia ser Jeff me olhando apenas o seu rosto era diferente do que eu lembrava. Ele olhou para mim e disse: "Faz ..... ele ..... dormir ...."
Peguei a faca e, lentamente, inserido em sua garganta, ele estava gritando e Jeff veio e cobriu a boca, Keith se engasgou com seu próprio sangue, eu não podia acreditar no que eu estava fazendo, mas me senti tão bem...
Quando Keith parou de se contorcer Eu sabia que ele estava acabado, eu não tinha idéia do que fazer, mas depois Wolf  puxou minha manga e apontou sua cabeça em uma casa abandonada. Eu levei o corpo de Keith para la, quando chegamos na casa eu deixei cair o seu corpo e olhei para o cão .... só que ele era diferente, seu pelo, agora negro como a meia-noite e  partes do pelo eram vermelhas como sangue, ele olhou para mim com seus olhos amarelos , ele sorriu .... mas não era qualquer sorriso que um cão poderia fazer, era um sorriso de orelha a orelha que fez meu cabelo em pé
Certo, então eu ouvi sirenes e Wolf correu para um buraco na parede, ele apontou para a casa, para que me escondesse, o quarto foi um bom esconderijo, mas ..... as paredes estavam cobertas de sangue, e agora ... não havia notícias sobre o assassino que atacou meu irmão .... ou talvez meu irmão ..... eu ouvi passos atrás de mim, eu lentamente virei para ver,era Jeff em pé na porta .... ele disse
"Saudades de mim? ...... Irmão? .........." , ele disse,
"Vejo que você encontrou meu animal de estimação o Smile Dog ...... ...."
Jeff olhou para o "Smile Dog" e de volta para mim "Junte-se a nós ..... .... Liu .................. JUNTE-SE .... "
Eu sempre quis fazer algo diferente, mas ..... não desta forma ....... mas na minha estupidez, eu respondi "sim ..... eu vou acompanhá-lo irmão"
Então esse sentimento que eu tinha ficou mais forte e mais forte até o ponto em que ....... eu perdi minha sanidade ....... Jeff me entregou a nossa faca  que ele tinha desde a infância
"..... Tome ... isso .... Liu ......  é para fazer .... eles ...... sofrerem .......e fazer ..... eles .....DORMIREM"

Chinesa desenvolve "chifre"

Chinesa de 101 anos desenvolve "chifre" na testa
Uma mulher de 101 anos que vive em uma aldeia da província central chinesa de Henan está causando temor e despertando curiosidade de seus vizinhos depois que passou a desenvolver, na parte esquerda de sua testa, um "chifre" de cor negra e quase seis centímetros de comprimento, segundo informa o Diário do Povo.

A idosa, chamada Zhang Ruifang, vive no pequeno povoado de Linlou. A protuberância apareceu no ano passado, e desde então vem crescendo, chegando aos seis centímetros atuais. O chifre parece o de uma cabra, como destaca o jornal.

O chifre, formado por queratina (substância encontrada nos pelos e as unhas humanas) não causa dor ou problemas à idosa, embora alguns vizinhos tenham dito que o fenômeno "dá medo".

Zhang, que não se importa com esses temores, sai todos os dias para passear e realiza alguns trabalhos domésticos. Ela vive com a família de um de seus sete filhos.

As imagens da chinesa ganharam destaque na imprensa de todo o mundo, especialmente na imprensa britânica, onde foi destacado que este tipo de protuberância é um tumor benigno que costuma aparecer com frequência em pessoas de idade avançada, embora muito raramente alcance tamanho tão grande.

Uma protuberância similar está aparecendo no lado direito da testa da mulher, também de cor negra, embora por enquanto tenha tamanho muito menor, e o aspecto de uma simples pinta (se prestar atenção será possivel ver na foto).