Sentado sobre a fria lápide daquele túmulo, no cemitério, durante a fria noite de outono, o Demônio, diante de mim, contou-me a seguinte história. "Logo após existir o Céu e o Inferno, presenciei a vida do homem sob a Terra, desde os tempos mais remotos e imemoriais, ele -- o homem --, buscou de várias maneiras, com feitiços e poções milagrosas, a dádiva da Vida Eterna, que até hoje, nunca fora alcançada por qualquer mortal. Dádiva que somente Deus e Eu -- o próprio Demônio -- podemos conceder-lhe tal poder." "Certa meia-noite, um homem veio à mim, pediu-me com toda cordialidade que lhe desse o poder da Vida Eterna. Em troca de tal, ele me daria sua alma. Certos segundos, permaneci calado, espantado. Nenhum ser mortal, em toda minha longínqua vida, me fez tal proposta. Quando a aceitei. O pacto estava feito, sua alma em troca do imortal poder. Quando o homem me falou: - Como o Demônio é idiota! Vou lhe enfrentar, e jamais morrerei. Serei o verdadeiro Demônio, serei mais perverso e mal que você! Após tantas injúrias, nada fiz. Pois minha vingança seria, lenta, eterna, e mais perversa do que ele poderia imaginar" "Certo dia, quando este mesmo homem passava pelas ruas da cidade moderna, fiz com que um caminhão o atropelasse violentamente. O homem, estendido no asfalto quente, com as costelas esmagadas, os braços quebrados, encharcado pelo sangue que lhe jorrava pelas veias dilatadas e pelos brutais ferimentos, ainda se mexia. Realmente ele tinha o poder da Vida Eterna. Ao se levantar grotescamente do chão, já cercado por inúmeros, espantados e curiosos mortais, o homem começou a caminhar sem rumo, sendo rejeitado por todos que cruzavam-lhe o caminho. Sangue brotava de feridas abertas que lhe predominavam a pele, apresentando a todos um aspecto extremamente horrendo, sem poder sequer falar, apenas gemer em agonizante dor. Até parecia ser coisa do Demônio, sussuravam baixo os mortais curiosos, rejeitado por todos, coberto pelo próprio sangue, o homem sofria, eternamente em profunda dor, mas sem morrer jamais
9 de ago. de 2013
Vulto Demoníaco
De momento fiquei sem reação, não sabia se corria de volta para fora da casa ou ficava ali parado...
Este fato aconteceu no ano de 1998, não me recordo o mês e o dia, creio que tenha sido entre março e abril, logo depois do carnaval.
Tinha acabado de escurecer e eu estava na frente de casa sentado na guia (ou meio fio como muitos conhecem) juntamente com dois amigos, Rodrigo e Leonardo. Não tinha ninguém em casa aquele dia, lembro-me que estava tudo escuro, pois minha mãe ainda não havia chegado. Minha casa a noit
Enquanto minha mãe não chegava, minha fome aumentava cada vez mais, e minha casa estava fechada. Pensei então em dar a volta na casa e entrar pelos fundos, passei pelos cães, atravessei o quintal, mas a porta do fundo também estava trancada. Desde aquele momento percebi que existia algo estranho, pois senti um calafrio que me arrepiou todos os pelos dos braços, voltei muito mais rápido do que entrei, para onde estavam os amigos.
Aguardei mais uns trinta minutos e minha mãe não chegava, creio que já eram umas nove da noite. Resolvi então seguir até a casa de meu irmão que não ficava muito longe de onde estávamos. Ele tem uma cópia da chave de casa, fui então buscar.
Quando cheguei, tinha algumas coisas pra comer e não resisti, enchi a barriga ali mesmo. Os amigos ficaram lá na frente de casa, pois eu disse que já voltava. Fiquei na casa de meu irmão uns vinte minutos, iria pegar a chave mesmo assim para poder pegar outras fitas em meu quarto. Estávamos somente com a do Deicide pra escutar.
Retornando pra casa eles estavam no mesmo lugar, desta vez bem na frente de meu portão. Só trocaram o lado da rua...
Assim que abri a porta da frente, novamente o mesmo calafrio. Não sei se foi pelo fato de eu sentir algo estranho novamente ou por eu ter lembrado daquela situação minutos antes no fundo de casa. Acredito que a primeira opção seja a mais óbvia para aquela situação.
Passei pela sala em direção a cozinha e fui acendendo todas as luzes, na cozinha acendi as luzes também. Estava de costas para o corredor onde estão os quartos, fui me virando vagarosamente, meu corredor escuro... Bem lá na frente, avistei um vulto parecido com um humano de grande porte, estava virado como se fosse entrar em meu quarto ou seja, eu estava vendo-o pela lateral. Para se ter uma idéia ele era um pouco mais baixo que o batente da porta, não conseguia ver seus traços nem seu rosto porque de fato era todo negro como se fosse um papel recortado e posto ali.
De momento fiquei sem reação, não sabia se corria de volta para fora da casa ou ficava ali parado, se voltasse iria me arrepender depois de curiosidade. Fiquei então ali parado, sem me mexer, após aproximadamente 20 segundos houve uma manifestação da criatura. O vulto se moveu lentamente para dentro de meu quarto passando rente ao batente superior, fiquei mais alguns segundo ali parado sem saber o que fazer. Mesmo tomado pelo medo segui em direção ao quarto, fui acendendo todas as luzes e parei novamente por alguns segundos a 1 metro da porta. Tomei coragem e segui, meu quarto estava todo escuro e sem adentrar, estiquei a mão procurando o interruptor permanecendo com o corpo do lado de fora.
Acendi a luz...
As almofadas ali no canto intactas, a cama arrumada como de costume minha mãe sempre deixa, a janela fechada e minha escrivaninha bagunçada, do mesmo jeito que a deixei da ultima vez...
O calafrio me subiu pela ultima vez aquela noite, vendo meu quarto gelado e vazio...
Postado por Felipe às 18:48 0 comentários
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Morra de Medo
… e então o casal gritou, foram as crianças que tinha sido assassinadas!
Todos ao redor da fogueira surpreenderam-se com o fim da história.
Eram três casais acampando perto de uma cachoreira. Uma churrasqueira improvisada com tijolos ia deixava a carne ao ponto e enquanto isso eles divertiam-se contando histórias de terror. Acabara de terminar a terceira da noite.
- Gente… eu tenho uma boa…
- Então conta – pediram algumas vozes em coro.
- Não é tão simples assim… é uma história muito feia mesmo… terrível. Não sei se é verdadeira ou não, algumas pessoas juram que aconteceu mesmo, outras dizem que é tudo invenção… só sei que eu quase me borrei quando ouvo.
- Então conta logo!
- Tem certeza que querem mesmo ouvir?
- Sim – dizem alguns, outros assentem com a cabeça.
- Mas eu já vou avisando que é muito feia mesmo… eu que não sou de me impressionar tive pesadelos depois de ouvir.
- Já tô ficando com medo – diz uma garota magra, apertando-se contra o namorado com quem já estava de braços dados.
- Sobre o que é?
- Ah, só conforme eu for contando que vocês vão descobrir… senão perde completamente a graça.
- É sobre vampiros?
- Não.
- Lobisomens?
- Não.
- Zumbis?
- Não.
- Assassinos, fantasmas, lendas urbanas, animais assassinos, serial-killers, palhaços, tortura?
- Nada disso… é sobre uma coisa que a princípio não tem nada de aterrorizante mas conforme as coisas vão se desenrolando fica assustadoramente insuportável.
- Conta logo então!
- Certo, eu conto. Mas com a condição de que todo mundo aqui concorde em ouvir. E aviso pela última vez: É uma história de terror MESMO, horrível… Eu tô com ela na cabeça até hoje. Querem mesmo?
Todo mundo faz que sim com a cabeça, menos uma loirinha. Ela diz:
- Larga a mão disso… Não quero saber!
Ela toma uma vaia, levanta contrariada e vai para sua barraca. Seu namorado vai logo atrás, depois de lançar um olhar recriminador para os outros.
Uma outra moça diz para o namorado:
- Precisava ter vaiado ela? A coitada magoou…
- Ah, quem mandou ser fresca?
- Então quer dizer que se fosse eu que ficasse com medo e não quisesse ouvir você não ia me apoiar? Tá bom, pode deixar – ela se levanta e vai para a outra barraca. Seu namorado, depois de um olhar abobalhado para o casal remanescente vai atrás dela.
- Viu o que você fez? – pergunta a última moça, namorada do cara que ia contar a história.
- Mas…
- Não tem nada de “Mas…” não! Sobrou pra nós dois vigiarmos a churrasqueira, acabou a noite! Seu sem graça…
E assim a pior história de terror do mundo acabou não sendo contada.
Postado por Felipe às 18:47 0 comentários
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2 de ago. de 2013
O armário
Já reparou que a porta do armário está sempre aberta? Mesmo que seja só por alguns centímetros? Já reparou que não importa o quanto você tente fechá-la, basta que você saia e ela estará pelo menos um milímetro aberta quando você volta?
Já reparou que quando pequeno você tem medo que pode haver dentro do seu armário? Já reparou que não importa o quanto você arrume suas roupas dentro dele, no outro dia pelo menos uma estará bagunçada?
Já reparou que em pelo menos 50% das historias de terror os monstros saem do armário? Já reparou que a porta do seu armário faz um rangido quando aberta vagarosamente? Já reparou que você fala enquanto dorme?
Não? Bom... eu já reparei.
Acalme-se pequena criança, não vou te fazer mal, apenas gosto de te ver dormir.
Postado por Felipe às 13:29 0 comentários
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Poema japones Tomino's Hell
Essa é uma lenda japonesa sobre um poema chamado "Tomino's Hell".
Esse poema só deve ser lido mentalmente, se você ler em voz alta ASSUMA as consequências das suas ações. Se você ler esse poema em voz alta, a lenda diz que você vai morrer.
No Japão eles acreditam que algumas coisas nunca devem ser ditas em voz alta, e o poema Tomino's Hell é uma delas.
Na melhor das hipoteses, se você ler esse poema em voz alta você vai se machucar.
Uma vez um locutor leu o poema numa rádio. No meio da leitura ele ficou sem ar, parou de ler, caiu e teve um corte que precisou levar 7 pontos. Mesmo assim ele se recusa a acreditar que a culpa foi do poema.
Tomino's Hell
A velha irmã vomita sangue, a jovem irmã cospe fogo.
Doce Tomino cospe joias preciosas.
Tomino morreu sozinha e caiu no inferno.
Inferno, escuridão, sem flores.
É a irmã mais velha de Tomino que a açoita?
O número de vergões vermelhos é preocupante.
Açoitando e batendo e espancando,
O caminho para o inferno eterno é a única via.
Implore por orientação na escuridão do inferno.
Da ovelha dourada, ao rouxinol.
Quanto falta na bolsa de couro,
Prepare para a jornada infindável no inferno.
Primavera vem e nos bosques e vales,
Sete voltas no vale sombrio do inferno.
Há um rouxinol na gaiola, no carrinho uma ovelha,
Nos olhos da doce Tomino há lagrimas.
Choro, rouxinol, para os bosques e a chuva
Expressando seu amor por sua irmã.
O eco do seu choro uiva pelo inferno,
E uma flor vermelho-sangue desabrocha.
Pelas sete montanhas e vales do inferno,
Doce Tomino viaja sozinha.
Para receber você no inferno,
As estacas brilhantes da montanha espinhada
Fresco espeto perfura na carne,
Como um sinal para a doce Tomino.
Fonte: medo b
Postado por Felipe às 13:26 0 comentários
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Anestesiada
Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.
"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos de idade. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um check-up depois, assim poderei preencher a outra" "Por que?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.
Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra
consulta para dali a alguns dias.
Na volta para casa, ela não parava de morder a bochecha. Era divertido. Ela não podia sentir nada. Eventualmente, ela percebeu que havia aberto uma ferida: sentiu o sangue escorrer no lado da língua que não estava anestesiado. Mas por que parar, se não podia sentir nada? Era divertido.Em casa, ela continuou mordendo a bochecha. Cuspia o sangue e os pedacinhos da carne no chão.
"Natalie?" a mãe chamou. "Onde você está?" Subitamente, ouviu o som de um gargarejo vindo do quarto dela.
Na ponta dos pés, ela abriu uma fresta da porta e viu sua filha sentada no canto, com o rosto virado para a parede. "Natalie?" ela chamou outra vez. "Sabe, mãe", Natalie respondeu, com uma voz quase ininteligível, "o dentista estava certo".
Ela se virou na direção da mãe, e seu rosto estava horrível.
Toda a sua bochecha havia sumido. Sua mandíbula pendia como se fosse uma dobradiça, e Natalie estava sentada numa poça de sangue, repleta de pedaços de sua boca. Ela tentou sorrir, mas o movimento fez com que toda sua mandíbula inferior caísse.
Em uma voz gargarejada, quase impossível de entender, ela pôde dizer:"Eu nem mesmo sinto nada!"
Adaptado:creepypastabrazil
Postado por Felipe às 13:23 0 comentários
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Battlefield 3: A new Hell
Por favor, preste atenção a este aviso. Nunca jogar Battlefield 3 após a meia-noite. Isso não é humano.
Tudo começou um dia, após eu chegar da escola. Era uma sexta-feira, então eu estava ansioso para um bom fim de semana de jogos e claro, virar a noite jogando. Liguei meu Xbox 360, coloquei o disco de Battlefield 3 na bandeja.Na intro, apareceu com de costume "Forte como o Inferno", os soldados correndo e gritando um com o outro, e o soldado solitário que anda na tela. Fui direto para a tela do navegador do servidor. Fui aos meus favoritos e vi que havia uma sala em Metro Operation: Conquest, era um jogo "Capture the Flag". Decidi participar do servidor, Metro era meu mapa favorito. Eu escolhi a classe de assalto e gerei com o M416 com a mira "Red Dot". O jogo tinha acabado de começar, então eu corri para "C" para ajudar meus companheiros a capturar a bandeira. Em um período muito curto, "C" foi capturado e levado às pressas para "B". A luta sempre ocorrendo quando tínhamos chegado "B", players matando e morrendo, e soldados gritando coisas como:
"Esses canalhas estão por todo lado!"
"CARALHO! Granada!"
"Eu sou fixado, porra!"
Todas as coisas que os soldados norte-americanos estariam gritando em cada tempo e tempo outra vez. Nós capturamos "B", sem muitos problemas. Após a captura de "B", a equipe correu para "A". Esperávamos que o time adversário poderia ter preparado uma trap. Os russos levantaram nos dois edifícios fora do Metro, a "última linha de defesa" para mantê-los de perder. Nós não conseguimos capturar "A", mas isso não importa. Algumas pessoas da nossa equipe sairam, por isso ficamos com uma ligeira desvantagem. Apareceu uma notificação, um amigo meu havia começado a jogar Battlefield. Eu o convidei para jogar e ele aceitou. Fizemos um novo grupo e conectado nossos headsets para conversarmos.Continuamos a jogar, chamando os inimigos, ajudando uns aos outros e os nossos companheiros e protegendo as nossas bandeiras. Nós finalmente vencemos o time adversário aos 65 minutos.
Enquanto esperávamos para o próximo jogo para iniciar, alguém da nossa equipe com o seu headset ligado começou a parabenizar todos da equipe inimiga e nossa equipe. O próximo jogo começou a subir e Kharg Island: Rush foi o próximo mapa e tipo de jogo. Meu amigo e eu fizemos a mesma coisa que no jogo anterior. Apoiar equipe e um ao outro e matar os inimigos. Isso continuou por uma hora e meia. Novo mapa, novo tipo de jogo, uma e outra vez.
Meu amigo me disse que ia sair, vendo que era tarde.
11:55.
Eu não o culpo. Nós dissemos boa noite e ele saiu, deixando-me sozinho. Fui ao banheiro e voltei para tentar encontrar um outra sala. Eu fui para a tela de pesquisa de servidor e escolheu Operation Firestorm: Conquest. Eu escolhi o primeiro servidor da lista, nem li as regras. Quando entrei no servidor a imagem do mapa não estava lá. Era apenas uma imagem em preto. Ele ainda disse Operation: Firestorm, e no modo de jogo, ao invés de Conquest... estava escrito Morte. Havia uma frase na tela, ela dizia:
-Bem-vindo ao inferno, (a minha gamertag).
Isso me pareceu estranho por dois motivos:
1. Por que o servidor assim?
e
2. Como é que o servidor usar a minha gamertag no banner?
Eu encolhi os ombros e continuou. Tivemos um dos dois objetivos e caíram 734 ingressos para 678 bilhetes. Gerou como a classe Recon para os EUA. Eu subi em jipe e fui para o objetivo de "A". Eu estava perto do prédio, quando notei um inimigo ali, "guardando" o objetivo. Puxei o gatilho no meu controle e matei ele. Agora, quando você executa normalmente alguém, eles simplesmente cai no chão. Quando eu cheguei mais perto do inimigo, atropelei ele, houve um barulho estrondoso. Eu saí do jipe para inspecionar o corpo. A cabeça do jogador morto estava torcida, em uma posição que não era natural no game. Quase em uma volta completa, com o sangue lentamente saindo de seu pescoço. Fui até o prédio ao lado. Subi a escada e coloquei um sensor de movimento. Peguei uma M40A5, com dot laser. Encontro um tiroteio entre um colega e um inimigo.Vi o meu companheiro de equipe acertar o inimigo duas vezes no peito. Tomei distância com medo de morrer. Matei um inimigo com um único tiro, e continuei com minha sniper
Cerca de quatro minutos depois, o meu sensor de movimento pegou o movimento de um inimigo. O jogador estava indo em direção à escada e começou a subir. Eu corri para a escada para tentar ganhar um kill. Quando pude ver a cabeça do inimigo, puxei do gatilho e dei um headshot certeiro. Quando acertei, a cabeça do inimigo explodiu. O sangue estava por toda parte. No telhado. Na minha tela. Pedaços de cérebro também espalhados pelo telhado. Eu quase vomitei com a visão. O que diabos eu estava jogando? Eu pensei que era algum servidor modded. Eu estava muito ocupado olhando para os bits do cérebro, então acabei sendo morto por outro player. Voltei para a tela de seleção de classe e escolheu a classe "Support". No instante em que gerou, eu recebi uma mensagem de alguém chamado "...". Abri a mensagem, que continha apenas algumas palavras.
"Próxima morte = Sua morte."
Eu não sabia o que isso significava. Eu verifiquei o placar para ver se eu poderia encontrar este "...". Fiquei chocado ao ver tal jogador estava no saguão. Eu pulei em Viper helicóptero e decolou. Tudo parecia normal, exceto que ninguém estava voando, o que é estranho, porque todo mundo quer os jatos ou helicópteros neste mapa. Eu voei em volta para ver se eu poderia ninguém. Finalmente vi alguém correndo por uma estrada. Tomei uma posição atrás dele, atirando misseis contra ele. Quando eu o acertei com um missel, saiu da explosão algo que se parecia com um...
Um braço?
Parei o helicóptero por um instante para olhar o cadaver. Ou o que restava. Tudo que permaneceu no local do inimigo morto era um baú com um braço. Eu comecei a chorar. Eu não sabia o porquê. Eu não poderia ajudá-lo. Eu esfreguei as lágrimas e continuei. Logo depois, alguem atingiu meu helicóptero com um missel, de outro helicóptero. Eu encontrei o jogador infeliz que disparou um missel, destruí seu helicóptero. Eu pulei para fora e usei o para-quedas, vendo os destroços do helicóptero dele. Só que, quando o helicóptero caiu, eu vi as lâminas baterem nele. Eu ouvi um grito que não parecia que iria pertencer em um jogo. Caí perto da vítima e corri para ver o que tinha acontecido com ele. Eu comecei a chorar... O russo morto foi cortado pela metade na cintura, com seus órgãos de correr fora dele. Parecia demasiado realista para um game. Sangue cobria uma pequena área onde ele estava. Enquanto eu olhava, eu podia ouvir uma palavra vindo dele:
"P...Por quê?"
Eu não conseguia parar de chorar, decidi desligar meu Xbox.
Após uns 20 minutos, reiniciei o console. Coloquei BF3 novamente e procurei o servidor. Infelizmente (ou felizmente) eu não encontrei o servidor na busca ou histórico. Eu só queria jogar uma simples partida de BF3, então eu fui para os meus "Favoritos". Eu encontrei uma sala, entrei. Fechei meus olhos quando eu apertar o botão "Y". Eu não quero ver o que apareceria na tela . Mas, a curiosidade levou a melhor sobre mim. Eu lentamente abri meus olhos para ver que o servidor era normal. Nenhuma imagem preta ao fundo. Nenhuma mudança tipo de jogo. Sem bandeira horrível. Eu respirei um suspiro de alívio e foi colocado no lado americano. Tivemos "A" e "B". Gerei como a classe "assalto" no "C" e corri para ajudar o ponto "B". Cheguei a bandeira "B" e vi um soldado sentado, imóvel, morto. Eu fui para o corredor (o corredor estreito ao lado de "B") para ouvir os soldados ainda gritando uns para os outros. Eles estavam gritando as mesmas coisas uns aos outros. Com exceção de um. Eu podia ver que ele foi atingido. Ele gritava,
"MAMA MAMA! MAMA!"
Ele tinha um ferimento de bala em seu abdômen. Eu corri até ele para dar-lhe suprimentos médicos. Em vez de o meu personagem atirar uma caixa de suprimentos médicos, pegou algumas pinças e materiais de costura. Quando eu puxei o gatilho direito, fui colocado na perspectiva de assassinar alguém que está propenso.Meu personagem tentava retirar a bala do companheiro de equipe, mas não conseguia
"Maldição DOC. PUXAR A BALA PORRA de mim!"
Peguei a bala com a pinça na segunda tentativa. Com toda a força de meu personagem podia reunir, ele arrancou a bala, jogando sangue na minha tela. Eu, então, comecei a pegar os suprimentos de costura e fechar a ferida. Quando terminei, o soldado sussurrou-me,
"Eu te devo uma merda, doutor."
Eu arrastei o soldado com a segurança atrás de uma parede, onde um outro jogador cuidou dele. Corri de volta para descobrir que, todos estavam mortos. Corpos em cima dos corpos. Gargantas cortadas. Membros arrancados. Nesse ponto, arranquei o CD do Xbox, quebrei-o e joguei na lareira
Voltei para o Xbox algumas horas mais tarde, "..." havia me enviado uma mensagem. Uma curta mensagem:
"Obrigado por jogar. Vejo você no inferno. Vou me certificar de que você está lá."
Após esse dia, sempre que vou dormir me sinto observado, ouço sussurros, e além de tudo, apareceu uma nova conquista desbloqueada para mim, que eu nunca havia reparado entre as conquistas do Battlefield 3, ela se chamava "A new Hell" ("Um novo Inferno"), a unica coisa que havia escrito em sua descrição era:
"..." pegou você"
Postado por Felipe às 13:20 0 comentários
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