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9 de dez. de 2013

Zeus

Quem é, mitologia grega, deus grego, filhos, atributos, representações, poderes, nome na mitologia romana, bibliografia
zeus
Zeus: deus dos deuses da mitologia grega

Introdução
Zeus é o principal deus da mitologia grega. Era considerado, na Grécia Antiga, como o deus dos deuses. O nome Zeus em grego antigo significava “rei divino”.
Genealogia e filhos de Zeus 

Zeus era filho mais jovem do casal de titãs Cronos e Rea. Casou-se com a deusa e irmã Hera (deusa do casamento). Porém, de acordo com a mitologia grega, teve várias amantes (deusas e mortais) e vários filhos destes relacionamentos. Os filhos mais conhecidos de Zeus são: Apolo (deus da medicina e da luz), Atenas (deusa da sabedoria e da estratégia), Hermes (deus do comércio e dos viajantes), Perséfone (deusa do mundo subterrâneo), Dionísio (deus do vinho) , Herácles (herói grego) , Helena (princesa grega) , Minos (rei de Creta) e Hefesto (deus do fogo).


Poderes e atributos


De acordo com a crença dos gregos antigos, Zeus ficava no Monte Olimpo governando tudo o que acontecia na Terra. Era considerado também o deus do céu e do trovão. Era representado nas pinturas e esculturas num trono ou em pé, ao lado de um raio, carvalho, touro ou águia. Estas representações simbolizavam qualidades e poderes (rapidez, força, energia, comando) atribuídos ao deus.


Mitologia romana


Entre os deuses romanos, na mitologia romana, Zeus era conhecido como Júpiter, possuindo as mesmas características e atributos da mitologia grega.

Hades

Quem era, história e poderes do deus Hades 
Na mitologia grega, Hades era o deus  responsável por governar o mundo subterrâneo e as almas após a morte. Era filho de Cronos e de Réia, irmão de Zeus (deus dos deuses) e de Poseidon (deus dos mares). 
A passagem mitológica mais conhecida envolvendo o deus Hades é aquela em que ele rapta Perséfone, filha da deusa Deméter, para viver com ele no mundo subterrâneo, tornando-a sua esposa. Este mito é mais conhecido como o Rapto de Cora (como Perséfone era retratada na mitologia romana).
Hades era um deus que provocava muito medo na Grécia Antiga. Como estava relacionado com a morte, os gregos evitavam falar seu nome. De acordo com a mitologia grega, Hades era muito quieto, intimidativo e impiedoso. Não gostava de oferendas e sacrifícios. Também não costuma interferir nos assuntos terrenos.
O cão Cérbero 
Hades possuía um companheiro que era o seu cão Cérbero. De aspecto monstruoso, com várias cabeças, o cão era o responsável por guardar a entrada do reino dos mortos. 

Heróis Gregos

Quem eram, os principais heróis da mitologia grega, poderes especiais, feitos heróicos, semi-deuses, bibliografia
Aquiles, herói grego
Aquiles: um dos principais heróis da mitologia grega
  

Introdução
Na mitologia grega, os heróis (semi-deuses) eram personagem que estavam numa posição intermediária entre os homens e os deuses gregos. Possuíam poderes especiais superiores aos dos humanos (força, inteligência, velocidade), porém eram mortais. De acordo com a mitologia grega, os heróis eram filhos de deuses com seres humanos.
Conhecendo os heróis gregos 

Os heróis aparecem em várias histórias mitológicas da Grécia Antiga. Utilizando suas capacidades especiais, são capazes de vencer monstros, combater vários guerreiros inimigos e atuar em missões que seriam impossíveis aos mortais. Por outro lado, os heróis apresentavam alguns defeitos humanos (psicológicos e corporais).


Principais hérois da mitologia grega e seus feitos
- Aquiles: participou do cerco da cidade de Tróia, ajudando na vitória grega. Era um excelente guerreiro, com muitas qualidades nesta área. Seu ponto fraco era o calcanhar. Morreu ao ser atingido neste local, por uma flecha arremessada por Paris. Este evento ocorreu durante a Guerra de Tróia. 
- Herácles (Hércules) - a força física era a principal qualidade deste herói. Suas façanhas estão presentes nas histórias sobre os Doze Trabalhos de Hércules. Derrotou monstros e cumpriu vários desafios que seriam impossíveis para os humanos. Era filho de Zeus e Alcmena.
- Teseu - venceu o Minotauro no labirinto de Creta.
- Agamenon - guerreiro valente e forte, foi o guerreiro comandante na Guerra de Tróia.
- Perseu - foi o herói que conseguiu decapitar a Medusa. 
- Ajax: herói guerreiro que também atuou nas batalhas da Guerra de Tróia.
- Édipo: único a conseguir, com sua inteligência superior, decifrar o enigma da Esfinge. Tounou-se rei de Tebas.
- Cadmo: venceu o dragão que controlava a cidade de Tebas. 
- Atlanta: heroína grega que participou da caçada ao javali de Caridon.

Mitologia Grega


Introdução
Os gregos criaram vários mitos para poder passar mensagens para as pessoas e também com o objetivo de preservar a memória histórica de seu povo. Há três mil anos, não havia explicações científicas para grande parte dos fenômenos da natureza ou para os acontecimentos históricos.
Portanto, para buscar um significado para os fatos políticos, econômicos e sociais, os gregos criaram uma série de histórias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, através da literatura oral.
 Grande parte destas lendas e mitos chegou até os dias de hoje e são importantes fontes de informações para entendermos a história da civilização da Grécia Antiga. São histórias riquíssimas em dados psicológicos, econômicos, materiais, artísticos,  políticos e culturais.

Entendendo a Mitologia Grega. 
Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.

Os principais seres mitológicos da Grécia Antiga eram :

- Heróis : seres mortais, filhos de deuses com seres humanos. Exemplos: Herácles ou Hércules e Aquiles.
- Ninfas : seres femininos que habitavam os campos e bosques, levando alegria e felicidade.
- Sátiros : figura com corpo de homem, chifres e patas de bode.
- Centauros : corpo formado por uma metade de homem e outra de cavalo.
- Sereias : mulheres com metade do corpo de peixe, atraíam os marinheiros com seus cantos atraentes.
- Górgonas : mulheres, espécies de monstros, com cabelos de serpentes. Exemplo: Medusa
- Quimera : mistura de leão e cabra que soltava fogo pelas ventas.
Medusa Medusa: mulher com serpentes na cabeça
O Minotauro 
É um dos mitos mais conhecidos e já foi tema de filmes, desenhos animados, peças de teatro, jogos etc. Esse monstro tinha corpo de homem e cabeça de touro. Forte e feroz, habitava um labirinto na ilha deCreta. Alimentava-se de sete rapazes e sete moças gregas, que deveriam ser enviadas pelo rei Egeu ao Rei Minos, que os enviavam ao labirinto. Muitos gregos tentaram matar o minotauro, porém acabavam se perdendo no labirinto ou mortos pelo monstro.
Certo dia, o rei Egeu resolveu enviar para a ilha de Creta seu filho, Teseu, que deveria matar o minotauro. Teseu recebeu da filha do rei de Creta, Ariadne, um novelo de lã e uma espada. O herói entrou no labirinto, matou o Minotauro com um golpe de espada e saiu usando o fio de lã que havia marcado todo o caminho percorrido.
Deuses gregos
De acordo com o gregos, os deuses habitavam o topo do Monte Olimpo, principal montanha da Grécia Antiga. Deste local, comandavam o trabalho e as relações sociais e políticas dos seres humanos. Os deuses gregos eram imortais, porém possuíam características de seres humanos.
Ciúmes, inveja, traição e violência também eram características encontradas no Olimpo. Muitas vezes, apaixonavam-se por mortais e acabavam tendo filhos com estes. Desta união entre deuses e mortais surgiam os heróis.
Conheça os principais deuses gregos :
Zeus - deus de todos os deuses, senhor do Céu.
Afrodite
 - deusa do amor, sexo e beleza.
Poseidon
 - deus dos mares
Hades - deus das almas dos mortos, dos cemitérios e do subterrâneo.
Hera - deusa dos casamentos e da maternidade.
Apolo - deus da luz e das obras de artes.
Ártemis - deusa da caça e da vida selvagem.
Ares - divindade da guerra.
Atena - deusa da sabedoria e da serenidade. Protetora da cidade de Atenas.Cronos - deus da agricultura que também simbolizava o tempo.
Hermes - mensageiro dos deuses, representava o comércio e as comunicações.
Hefesto - divindade do fogo e do trabalho.

6 de dez. de 2013

Confira algumas das piores formas de morrer

Todos os dias somos bombardeados com notícias sobre pessoas que morreram em acidentes de carro, desastres de avião, atingidas por balas perdidas, em catástrofes naturais e por aí vai. No entanto, também existem outras formas de partir desta para uma melhor, mais inusitadas e pouco comuns — mas nem por isso menos terríveis.
A seguir você pode conferir uma lista com algumas das piores formas de morrer, selecionadas a partir de um curioso e divertido artigo publicado pelo pessoal do how stuff works. Aliás, não deixe de contar nos comentários qual delas você acha que é a mais sinistra!

1 – De fome

Os seres humanos são capazes de sobreviver aproximadamente 60 dias sem comida. No entanto, o organismo vai reagindo de forma bem desconfortável no decorrer desse tempo, e já na primeira semana alguns sintomas perigosos começam a aparecer. O primeiro órgão a reagir é o fígado, que começa a produzir toxinas que, em grandes quantidades, podem ser bem prejudiciais.
E na falta de alimentos, o organismo começa a consumir a energia que temos acumulada na forma de gordura. Antes de completar um mês de jejum, a perda de peso é dramática — em torno de 18% do peso inicial —, e depois de consumir a gordura, o organismo passa a consumir músculos e órgãos. Esse doloroso processo pode ser prolongado através do consumo de sal e líquidos, caso você seja muito, muito masoquista.

2 – Esturricado em um vulcão

Não pense que quem tem o incrível azar de cair dentro de um vulcão morre instantaneamente. Na verdade, como a lava é densa, o azarado não seria simplesmente engolido como acontecem com as pedrinhas que jogamos na água. Primeiro, o corpo “aterrissaria” sobre o magma — com um tssss parecido ao de um bife na chapa — e, então, entraria em chamas.

3 – Sacrificado

Neste caso, imagine que os antigos sacrifícios humanos praticados pelos incas ainda estivessem em uso. Eles normalmente aconteciam no topo gelado de alguma montanha nos Andes, depois de os sacerdotes — ou quem quer que seja que fosse praticar o ato — embebedar as vítimas, que eram deixadas por lá.
O que exatamente acontecia a partir desse ponto ainda é pouco conhecido, mas as fraturas que muitos dos crânios dos sacrificados apresentam são testemunhos de que o fim de muitos deles foi bem doloroso.

4 – Devorado

Você pode até ser um grande defensor dos animais, mas certamente não gostaria de ser devorado por um deles! Pense, por exemplo, que, em vez de ser atacado por um leão ou um tigre, que normalmente atacam suas vítimas pelo pescoço — e as sufocam —, você se depara com uma onça, que adora abocanhar suas presas pela cabeça.
Imagine, ainda, que você tem o azar de tropeçar com um grupo de hienas, que não se importam se suas vítimas estão vivas ou mortas antes de começar o banquete. Ou, então, quem sabe você se vê em um aperto — literalmente — com uma jiboia, que asfixiam suas vítimas e inclusive as engolem inteirinhas.

5 – À deriva

Pense na sensação de se ver perdido no meio do oceano em um barquinho, exposto a uma infinidade de riscos e completamente indefeso frente aos elementos. As possibilidades aqui são inúmeras: você pode ser devorado por um tubarão, morrer de fome (veja o primeiro item), de sede, de hipotermia, afogado etc.
Por outro lado, você também pode ter a sorte de ser resgatado por algum navio de cruzeiro luxuoso que, por acaso, encontre você ou, quem sabe ainda, uma sereia não aparece e leva você para alguma ilha paradisíaca? Sabe como é, a esperança é a última que morre!

6 – De vergonha

Caso você não saiba, sim, é possível morrer de vergonha! Quando sofremos um grande estresse emocional — e a vergonha se encaixa aqui —, ocorre uma descarga de adrenalina na corrente sanguínea, que pode, potencialmente, provocar uma parada cardíaca e ser mortal. Aliás, o mesmo pode acontecer quando levamos um susto muito grande. Então, eis aqui mais uma forma de bater as botas: sim, também é possível morrer de susto!

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5 – José Ramos – O Linguiceiro da Rua do Arvoredo

Em 1863, na província de Porto Alegre, José Ramos era muito famoso por suas linguiças de fabricação própria que produzia junto com a mulher Catarina. José era tido como um homem elegante e apreciador das artes. Apesar desse perfil aparentemente honesto, supõe-se que ele produzia suas linguiças com uma carne especial, que era extraída diretamente de suas vítimas.
Ele e sua mulher atraíam pessoas para a sua casa e as envolviam com boa comida e a promessa de uma noite quente com Catarina. No entanto, as vítimas eram logo atingidas com um golpe de machadinha na cabeça. José tinha a ajuda do colega, o açougueiro Carlos Claussner, para esquartejar e fatiar a carne das vítimas para depois ser moída. Mesmo sendo seu amigo, Carlos também foi morto por Ramos devido a desentendimentos.
Os crimes só foram descobertos em 1894, chocando cerca de 20 mil habitantes da província na época, muito tempo depois de a vizinhança toda do açougue já ter se deliciado com as linguiças de José Ramos.
Ele foi condenado à prisão perpétua e morreu na cadeia. Catarina foi para um hospício, onde também ficou até morrer. O número de vítimas é desconhecido, mas existe o registro de alguns crimes e José Ramos pode ser considerado o primeiro assassino em série brasileiro, ao lado de Preto Amaral, que você confere a seguir. 

4 – José Augusto do Amaral - Preto Amaral

José Augusto Amaral foi escravo até os 17 anos, quando ganhou a liberdade pela Lei Áurea. Logo, ele entrou para o exército e foi promovido a tenente na Guerra de Canudos, em 1897, integrou batalhões de polícia e tentou desertar, quando foi preso.
Ao sair da prisão, foi para São Paulo, onde passou a fazer bicos, mas foi preso novamente com a acusação de estrangulamento, estupro e morte de três pessoas (todos eram homens), sendo duas delas menores de idade. A forma de atrair era sempre com uma conversa amigável, pagando um café ou mesmo presenteando com alguma coisa para depois dar o bote.
A primeira vítima tinha 27 anos, a segunda tinha apenas 10 e foi encontrada dias depois sem os braços. A terceira vítima tinha 15 anos de idade, mas, até então, a polícia não tinha nenhuma pista. Então, um engraxate de nove anos, que seria mais uma vítima, conseguiu escapar de Amaral e contou à polícia. Amaral foi preso, torturado e confessou os crimes com detalhes. Ele morreu cinco meses depois de ser preso.

3 – Febrônio Índio do Brasil – O Filho da Luz

Em 1927, Febrônio aterrorizou a população do Rio de Janeiro. Ele se deu o apelido de “Filho da Luz”, pois afirmava estar lutando contra o demônio. Seus crimes foram marcados pela situação em que as vítimas foram encontradas: nuas e tatuadas com as letras DCVXVI, sendo que foram mortas por estupro seguido de estrangulamento.
Ele abordava as vítimas (também todos eram homens jovens ou crianças) com promessa de emprego e, depois, as levava para a Ilha do Ribeiro, onde praticava os crimes e abandonava os corpos marcados. Ele foi preso, depois de alguns familiares das vítimas reconhecerem-no, e assumiu alguns dos crimes. O criminoso morreu aos 89 anos em um manicômio.

2 – José Paes Bezerra – O Monstro do Morumbi

Sempre seguindo o mesmo esquema de assassinato, o Monstro do Morumbi tocou o terror em São Paulo no final dos anos 60 e começo dos 70. Ao todo foram sete mulheres brutalmente assassinadas por estrangulamento executadas por José Paes Bezerra, que também utilizou o nome de José Guerra Leitão e ficou conhecido como o “Monstro do Morumbi”.
Os corpos das mulheres mortas eram abandonados em terrenos baldios do Morumbi sempre com as mesmas características: nuas ou seminuas com pés e mãos amarrados com uma corda improvisada com pedaços de suas roupas (meias de náilon, sutiãs, calcinhas, lenços, blusas, saias). A boca, o nariz e os ouvidos estavam sempre tampados com pedaços de jornal e papel amassados, além de uma tira de tecido que servia como mordaça e como um objeto de enforcamento.
Além de matar, Bezerra levava o dinheiro, joias e uma peça de roupa, que dava de presente à sua esposa que, mais tarde, o denunciou à polícia por não aguentar mais a situação. Com isso, ele fugiu para o Pará, onde matou mais três mulheres, mas logo foi preso e confessou os crimes.
Segundo a polícia, a razão de seus crimes poderia estar ligada a sua infância traumática, pois ele escolhia as vítimas que tinham características físicas parecidas com as da sua mãe, que era prostituta e o levava aos programas quando ele era criança. Ele assumiu ter matado mais de 24 mulheres, mas foi condenado pelo assassinato de apenas quatro vítimas, pois foram as relacionadas a provas concretas. Ele cumpriu a pena máxima de 30 anos, foi libertado em 2001 e ninguém sabe por onde ele anda atualmente. 

1 – Francisco de Assis Pereira – O Maníaco do Parque

O motoboy Francisco de Assis Pereira tinha uma forma de atrair as suas vítimas que se repetiu em todos os crimes: ele prometia uma sessão de fotos para moças que pretendiam seguir carreira de modelo fotográfico.
Uma vez que ele conseguia levá-las para o Parque do Estado, na divisa da cidade de São Paulo com Diadema, Francisco as estuprava, espancava e matava por estrangulamento com cadarço de sapato ou uma cordinha que carregava sempre em sua pochete.
Conhecido como Maníaco de Parque, Francisco conseguiu atrair 14 mulheres para o local, sendo que cinco delas conseguiram escapar com vida depois de ser estupradas. Após ter o seu retrato falado divulgado, o Maníaco fugiu, mas foi capturado uma semana depois no Rio Grande do Sul, quando um pescador o reconheceu e o denunciou à polícia local.
Francisco confessou que havia matado todas as nove mulheres encontradas no Parque do Estado e foi condenado a 274 anos de prisão. Sobre o motivo que o levou a cometer os crimes, o assassino dizia que “tinha um lado ruim dentro dele e que não conseguia controlar” e também afirmou que foi molestado quando era criança por uma tia e violentado por um patrão na adolescência.  

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