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7 de jun. de 2014

Frigorífico Humano

Sabe, meu trabalho nunca foi o melhor de todos, e acho que nunca vai ser mesmo, na verdade só estou nele porque é de família e acho que ficaria com um peso enorme na consciência se fosse o único irmão que não seguisse o negócio de frigoríficos de nossa família. Meu nome é... Ah, não importa meu nome, isso não vai fazer diferença nenhuma. Enfim, trabalho num frigorífico numa cidade aqui do interior de São Paulo, e desde que eu comecei a trabalhar, é disso aqui que eu vivo.
Comecei quando criança, acompanhando meu pai e meu avô enquanto os dois analisavam os processos e faziam o que eles tinham que fazer, que para mim não tinha diferença nenhuma na época.Anos mais tarde e eu fiquei com um cargo importante, sou o responsável pela gerência de tudo aqui e do andamento dos processos. Não sou o mais velho dos irmãos, ainda sim, sou o mais responsável, e não querendo me gabar, acho que nenhum deles seria bom o bastante para ter esse cargo na empresa.
Era então uma noite de quinta-feira, havíamos embalados os últimos pedaços de carne que já estavam carregados no caminhão e já haviam sido mandados para o açougue. Fora eu, a única pessoa que se encontrava por lá era o nosso porteiro, que ficava em sua guarita bem longe de onde eu estava. Chovia bem de leve e estava um pouco frio, clima que eu particularmente gosto muito. Estava no matadouro, um local que me dá arrepios desde que eu era criança, e até hoje, casado e com filhos na universidade, tenho calafrios quando passo por lá.
Carcaças e restos mortais dos animais estavam empilhados em um canto, o cheiro era repugnante e penetrava em meu nariz quase me sufocando. Havia sangue seco espalhado por muitas partes do chão e havia uma parte em que ele se concentrava especialmente, onde ainda havia aquele líquido vermelho que não havia secado. Andei com cuidado e tapando meu nariz, sempre olhando para onde eu pisava.
Deixei minha prancheta com minhas anotações em cima de uma bancada, e junto dela coloquei minha caneta também. Naquela bancada, que na verdade ainda era parte do matadouro, havia uma cabeça de um boi parada bem ali. Estava, claramente, 
sem
 o resto de seu corpo, e tinha os olhos fechados e a boca contorcida numa cara de dor de quando sua cabeça fora arrancada de seu corpo. Tentei ignorar aquilo e segui andando.

A única coisa que faltava era ver se estava tudo em ordem dentro da câmara fria, que era logo no fim dali. Fui acendendo algumas luzes no caminho e apagando outras que eram desnecessárias. Meus passos ecoavam naquela imensidão, onde a única alma viva era eu. Abri a pesada e prateada porta da câmara fria, tomando cuidado e travando-a para que ela não se fechasse quando eu estivesse lá dentro e me fizesse morrer congelado. Provavelmente você deve estar pensando quefoi isso que ocorreu, que a porta se fechou comigo lá dentro e eu fiquei isolado num local que fazia menos de dois graus Celsius.
Na verdade eu fiquei preso lá dentro, mas não desse jeito. Enquanto eu andava no meio daquele monte de carne e carcaças penduradas, e tomava cuidado, pois o cheiro era forte lá também, contava o estoque para ter certeza de que não faltava nada. Passava a mão cuidadosamente entre aqueles pedaços dos troncos dos animais pendurados em ganchos e via o sangue pingar no chão.
Facas e muitos outros objetos cortantes estavam deixados de lado numa bancada ali dentro também, junto de pedaços de ossos quebrados e partidos que exigiram muito esforço para serem quebrados. Havia um avental de cor meio verde cheio de manchas de sangue espirradas pendurado próximo à porta.
Já estava próximo de sair quando alguma coisa se movendo me chamou a atenção. As enormes peças de carne penduradas se moveram quando alguém passou a mão nelas, e como num dominó, uma foi levando a outra, balançando-se em um loop infinito. Meio coração gelou e eu peguei uma faca para me defender, mas nesse ato frenético, acabei pisando numa poça de sangue que ainda não havia secado. Bati com minha cabeça no chão e apaguei por tanto tempo que só Deus sabe o quanto foi.
Acordei bem mais tarde, completamente roxo de tanto frio e, o mais incrível, nu. Estava todo trêmulo e levantei assustado procurando minhas roupas. Instintivamente passei minhas mãos pelas minhas partes íntimas, pois jurava que havia sido estuprado enquanto estava desacordado, por sorte, não fora isso. Levantei-me ainda com a cabeça doendo e então me deparei com uma cena que eu queimaria meus olhos para não vê-la mais uma vez. No frigorífico, onde antes os restos mortais dos animais estavam pendidos, agora jaziam restos humanos, dilacerados e partidos. Homens, mulheres, crianças, idosos e jovens, havia de tudo ali.
Havia ainda somente membros separados, pedaços de braços e pernas fincados por um gancho, onde o osso ficava exposto e o sangue caía como a água cai de uma cachoeira. Cabeças também estavam presas naqueles malditos ganchos. Expressões assustadas das pessoas que foram mortas, com os olhos abertos e a língua para fora, cheio de cortes profundos e largos na face. Algumas vezes os olhos haviam sido arrancados da face e restavam somente órbitas negras e profundas, que choravam lágrimas de sangue.
Aturdido e quase tendo um ataque do coração, com um aperto na garganta enorme, eu saí correndo dali, quando de repente, diante de mim, a figura de um boi andando em duas patas, segurando uma prancheta, vestindo um avental ensanguentado e com uma caneta surgiu. Eu caí diante daquele ser demoníaco, sem reação e com vontade de chorar. “Achei o que faltava.” Ele disse como um humano e, de repente, dois outros animais, como ele, surgiram pela porta pesada da câmara fria e me pegaram pelos braços e pernas. Amarraram-me uma corrente pelo pescoço e eu fui então obrigado a ter de andar de quatro se não quisesse ser enforcado.
Com vontade de gritar e chorar, eu fui sendo levado para o matadouro. Ao meu lado, dezenas de bois e vacas com aparências humanóides trabalhavam e faziam suas funções como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo. Vi o momento desesperador quando uma vaca desceu o facão sobre o pescoço de uma jovem de quinze anos, decepando-a e tirando sua vida. Sua cabeça foi jogada num saco preto, onde jaziam muitas outras cabeças humanas, e o corpo foi levado para outro lugar que eu me recusei a olhar. Todos os humanos estavam nus e presos por correntes, chorando e gritando, sendo constantemente eletrocutados e queimados para pararem de berrar. Manter-me em silêncio nunca pareceu uma tarefa tão difícil.
Entrei então numa câmara menor onde um líquido quente e irritante foi despejado em mim por meio de um chuveiro velho e enferrujado. Conhecia aquele procedimento, estavam limpando meu corpo para o momento do abate. O líquido escorria e invadia meus olhos, eu o fechava e tentava evitar que o líquido entrasse, mas era praticamente impossível, e logo meus olhos estavam tão vermelhos quanto sangue. Tentei me contorcer e me mover, eles então apertaram a corrente em volta do meu pescoço e com uma vara incandescente marcaram minhas costas para eu me calar.
metal quente veio lentamente por trás de mim e se encostou a minha pele fazendo um leve som que rapidamente sumiu, desaparecendo e deixando somente o maldito calor queimando minha pele. Berrei de dor e caí no chão, não aguentado aquela tortura. Cai numa posição fetal, me contorcendo e soltando um grito contido e agoniado. O líquido jogado queimava minha ferida e quando o chuveiro se desligou, eu voltei a ser puxado. Fui sendo guiado por um caminho onde barras de ferro impediam que eu fugisse.
Do lado de fora, conseguia ouvir barulho de armas sendo disparadas e de gritos quando suas vidas eram arrancadas de suas carcaças. Eram tão distantes de mim, mas assim que o grito entrava em meus ouvidos, parecia que a pessoa morta estava do meu lado. Estava tão paranóico que às vezes sentia o toque da pessoa antes de ela morrer, uma ilusão total. Em cima de mim, vi bois retirando leite dos seios de mulheres mais velhas, enquanto elas tinham de ficar paradas sem mover um músculo.
As mulheres ficavam de quatro enquanto os animais despejavam o leite que saía de seus seios em grandes baldes redondos. As mulheres pareciam chorar, mas não podiam fazer som nenhum, caso contrário sua pele seria marcada com uma barra incandescente assim como a minha fora. Elas estavam nuas e tremiam muito. Desviei o olhar daquele inferno, tentando me isolar em minha mente.
Parei então dentro um local circular, onde eu pisava em restos de ossos humanos, que estalavam sob meu peso, e o sangue ali era o bastante para encher um rio. Acima de mim, minha corrente foi presa num gancho numa altura muito elevado. Logo entendi como seria meu fim. Tremendo como uma folha ao vento, tentei tirá-la de meu pescoço, mas foi inútil. Nos últimos segundos, olhei bem nos olhos do mesmo animal que eu encontrara no momento em que acordara, ele ainda segurava sua prancheta e caneta.
O boi fez então um marco na sua prancheta, que indicava que mais um animal havia sido abatido, e logo fez um sinal para que erguessem a corrente. Lentamente, senti a pressão da corrente em volta de meu pescoço aumentando. Desesperado, eu tentava insanamente tirá-la de mim antes que algo pior acontecesse. Percebi então que meus pés estavam deixando o solo e logo eu estava sendo erguido alguns centímetros acima do chão, sempre subindo, e conforme a altura aumentava, minha visão começou a criar pontos brilhantes e a escurecer. Entretanto, o tempo que eu estive erguido antes de minha vida se esvair de mim foi o suficiente para que pudesse ter uma visão completa daquele inferno que eu havia parado.
Porcos, bois e vacas andavam e agiam como pessoas normais, restos humanos eram jogados fora e os ossos eram triturados. Consegui ver um garoto de não mais de cinco anos sendo erguido por uma corrente assim com eu estava sendo, e num grito agudo e desesperado, seu pescoço se quebrou e ele ficou imóvel, pendendo balançando de um lado para o outro. Alguém chegou e em vez de desamarrá-lo, com uma vara afiada, lhe cortou a cabeça, o corpo morto caiu no chão com um baque surdo, partindo restos mortais debaixo de si, e a cabeça caiu e rolou para fora do cercado, ainda a tempo de um porco bípede pegá-la e jogá-la num saco preto sem dar a menor importância. Fechei os olhos e dei um grito mortal quando percebi que não havia mais o que eu pudesse fazer, simplesmente era o fim.
Não senti mais nada depois, somente meu corpo nu sendo erguido para o alto e a vida se esvaindo de meu corpo.Acordei assustado e tremendo ainda no matadouro, de alguma maneira, eu havia adormecido na bancada por ali e tivera aquele pesadelo horrendo. Levantei o mais rápido que pude e peguei minha prancheta e minha caneta, que eu havia deixado ao lado daquela cabeça morta, e se eu havia pensado que o maior choque da minha vida já havia acontecido, estava errado.
A cara do animal, que antes tinha os olhos fechados, agora tinha os olhos tão abertos como nunca e sua expressão de agonia havia dado lugar a algo que eu assemelhava com um sorriso. Na prancheta, novas rasuras haviam sido feitas e meu nome, que ficava sempre no canto superior para identificar que era meu, agora estava riscado com um “X” em cima, e logo ao lado, palavras em vermelhos diziam: Abatido. 
Via:Minilua

4 de jun. de 2014

Aviso!

Agora que eu estava vendo que algumas de minhas postagens de 2013 estão ilegíveis porque estão toda branca, isso aconteceu por causa do novo modelo do blog.

Peço desculpa a todos que quiserem ler as postagens antigas, o único jeito de ler é passando a flecha do mouse por cima, me desculpem.

As Perturbadoras Pinturas Criadas por Assassinos em Série!

 


 

 

 

 

 

 

   

 

 
Muitas pinturas bizarras que foram criadas por serial killers e outros assassinos como aquele palhaço estuprador e assassino.





Paul Está Morto - Lista de Pistas

Rubber Soul

  • Os Beatles na foto da capa olham para baixo como se observassem uma sepultura. A sepultura de Paul McCartney.
  • A fotografia da capa foi distorcida para que não se notasse que Paul havia sido substituído.
  • A letra de Girl diz "that a man must break his back to earn his day of leisure will she still believe it when he's dead", uma citação à morte, o que se tornaria comum a partir daqui.
  • A letra de "I'm Looking through You" diz: "You don't look different but you have changed, I'm looking through you, you're not the same... you don't sound different... you were above me but not today, the only difference is you're down there..." ("Você não parece diferente mas você mudou, eu olho através de você, você não é mais o mesmo" se refere obviamente a Paul ter sido substituído por um sósia e não ser mais a mesma pessoa. "A única diferença é você estar embaixo" se refere ao fato de o verdadeiro Paul estar em uma sepultura).
  • A letra de "In My Life" diz: "some are dead and some are living" ("Alguns estão mortos e alguns estão vivos", uma referência aos Beatles não estarem mais juntos).


Revolver

  • Na gravura da capa há uma mão aberta sobre a cabeça de Paul. Uma mão aberta sobre a cabeça é uma maneira de abençoar as pessoas que morrem. Isto se repetiria posteriormente, conforme veremos.
  • Ao invés de uma foto dos Beatles, pela primeira vez foi feito um desenho para evitar que o sósia fosse desmascarado pela foto.
  • A música "Taxman" seria, na realidade, sobre um Taxidermista, pessoa responsável por empalhar animais mortos e fazer parecer que eles ainda estão vivos. Na letra há referências ao acidente de Paul ("if you drive a car""se você dirige um carro") e ao fato de Paul estar morto ("if you get too cold""se você ficar frio"). A melhor pista é "my advice to those who die -taxman..", ou seja "meu conselho para aqueles que morrem, um taxidermista" (para que o morto continue parecendo vivo).
  • Em "Eleanor Rigby", Father McKenzie seria na realidade Father McCartney, note a semelhança entre os nomes. Na letra consta "Father McKenzie wiping the dirt from his hands as he walks from the grave" ou seja "padre McKenzie (Paul McCartney) limpando a sujeira de suas mãos após sair (voltar) do túmulo".
  • Na letra de "She Said She Said": "she said I know what it's like to be dead" ou "ela disse 'eu sei como é estar morta."
  • Dr. Robert teria sido o médico responsável por tentar salvar Paul. Na letra consta: "you're a new and better man" ou "você é um homem novo e melhor" se referindo ao novo Paul. "He does everything he can, Dr. Robert" ou "Dr Robert faz tudo o que pode fazer" se refere ao fato de Dr Robert ter feito todo o possível para tentar salvar Paul.
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
  • A capa é, na realidade, o desenho de uma sepultura (a de Paul) com todas aquelas pessoas olhando (note os arranjos de flores típicos de um funeral).
  • Um dos arranjos de flores forma o desenho de um baixo Hofner, semelhante ao que Paul tocava, inclusive virado para a direita, visto Paul ser canhoto. Isto provaria que é Paul o cadáver que acabou de ser sepultado. O baixo tem apenas três cordas ao invés de quatro, uma referência aos Beatles sem o seu quarto companheiro.
  • Outro arranjo onde aparentemente está escrito Beatles na realidade deve ser lido como "Be At Leso" ou "Fique em Leso". Paul teria sido enterrado na ilha de Leso.
  • Sobre a cabeça de Paul há novamente uma mão aberta.
  • Abaixo do nome "Beatles" aparece uma descrição feita com flores amarelas onde se lê: "Paul D". "D" de "dead", morto.
  • Uma boneca da gravura da capa segura um carro de brinquedo. O carro seria do mesmo modelo do em que Paul haveria morrido. Note que o interior do carro é vermelho em referência ao sangue decorrente do desastre.
  • Embaixo do "T" de Beatles na capa há uma pequena estatueta de Shiva, Deus Hindú da morte. A estátua aponta para Paul.
  • Na foto da contracapa, todos os beatles olham para a frente, com exceção de Paul.
  • Em uma foto do encarte Paul tem no braço uma insígnia onde está escrito OPD que seria a sigla para "Officially Pronounced Dead" ou "Oficialmente Considerado Morto".
  • Na foto da bateria, se você colocar um espelho horizontalmente cortando a frase "Lonely Hearts"e olhar a combinação da parte de cima das letras com o reflexo surge a frase "one he die", referindo-se à morte de um dos beatles.
  • Uma outra versão diz que a frase da bateria deve ser lida como "I One IX He ^ Die". O significado surge de simples conexões "I One" é Onze (11), "IX" é nove (9) em romanos. Finalmente "He" e a seta que surge entre esta e "Die" aponta diretamente para McCartney em sua ponta superior e para o suposto túmulo em sua ponta inferior. Conclusão no mês 11 (novembro), dia 9, ele (Paul) morreu. Daí surgem controvérsias: na leitura americana, trata-se do mês 11 e do dia 9, mas na Inglesa entende-se Setembro (9), dia 11. Mas já que Paul teria sofrido o acidente em uma quarta, bastou verificar e atestar que 9 de novembro de 1966 era uma quarta-feira.
  • Em "Good Morning Good Morning", "nothing to do to save his life" ou "nada pode ser feito para salvar sua vida""People running around it's 5 o'clock.." ou "Pessoas andando em volta às 5 da manhã" (a hora do acidente de Paul).
  • Este fato é extremamente interessante: na contracapa do álbum, na foto dos Beatles, além do famoso detalhe que mostra Paul virado de costas para a câmera, pode-se notar George Harrison apontando o dedo indicador direito exatamente para a frase de "She´s Leaving Home", que diz"Wednesday morning at five o´clock as the day...". Dia da semana e hora da suposta morte do Beatle.
Magical Mistery Tour
  • Paul está vestido de leão marinho, um símbolo da morte em algumas culturas.
  • Se você olhar a capa do disco em um espelho, as estrelas onde está escrito "Beatles" formam um número de telefone. Quando se ligava para este número, na época em que o disco foi lançado, ouvia-se a mensagem "You're getting closer" ("você está chegando perto"). Na realidade, tratava-se de uma menina bem humorada que havia aderido à brincadeira sobre a morte de Paul.
  • No livro que vinha junto com o disco, em sua versão original, havia uma foto dos Beatles, cada um com uma rosa na lapela. Todos tinham rosas vermelhas, a não ser Paul, que usava uma rosa preta.
  • Ainda no livro, em todas as fotos Paul está descalço (os mortos são enterrados descalços).
  • Na foto central do encarte, na pele de resposta da bateria de Ringo está escrito "Love 3 Beatles", lembrando que os Beatles agora são apenas 3.
  • No desenho dos Beatles, presente no interior do álbum, Paul aparece com o gorro cobrindo parcialmente seu rosto, além de estar com os olhos fechados. É curioso também que a poeira de estrelas que os rodeia forma uma espécie de auréola sobre a cabeça de McCartney.
  • Ouvindo "I Am The Walrus" (lembre-se que Paul é o leão marinho da capa) surge a mensagem"oh untimely death" ou "oh morte prematura". A frase aparece sem a necessidade de inversão da música junta com muitas outras ao final da música, incluindo: "bury my body" e "what, is he dead?" Estas frases fazem parte de uma execução via rádio da peça King Lear de Shakespeare. Lennon as utilizou na edição com propósito desconhecido... talvez a razão possa ser encontrada se forem verificadas as palavras postas anteriormente em "Paperback Writer", que dizem "...It's based on a novel by a man named Lear..."
  • Ao final de "All You Need Is Love", você pode ouvir John dizendo algo semelhante a "yes! he is dead!" O que Lennon realmente fala é "She loves you, yeah, yeah", referindo-se à tradicional canção da primeira fase dos Fab Four.
  • "Magical Mystery Tour" seria a jornada a que todos os fãs de Paul iriam percorrer para decifrar o enigma de sua morte.
White Álbum
  • Em "I'm So Tired", ao ouvir o trecho final da música ao inverso, surge claramente a voz de John Lennon dizendo "Paul is dead man, miss him miss him."
  • A música "Revolution #9" seria sobre a morte de McCartney (o sobrenome tem 9 letras). "My fingers are broken and so is my hair" ou "meus dedos estão quebrados e meu cabelo também". Ao ouvir o verso "number nine" ao contrário, surge a mensagem "turn me on dead man". Ainda ao contrário, podem-se ouvir outras pistas, incluindo "Let me out!". Seria McCartney gritando para sair de seu automóvel?
  • Nas fotos colocadas em várias partes do álbum duplo algumas curiosidades. Paul em uma banheira, com a cabeça para fora da água dando uma impressão assustadora de decapitação. Paul entrando em um trem ou em um ônibus e duas mãos "fantasmagóricas" prontas para levá-lo para o "outro lado" podem ser vistas atrás dele. Nas fotos em close dos 4 integrantes a de Paul revela a cicatriz da cirurgia plástica de Willian "Billy Shears" Campbell para aperfeiçoar sua semelhança com Paul. Mas obviamente a cicatriz faz parte do pequeno acidente de moto que Paul sofrera, cicatriz responsável também pelo bigode em Sgt Pepper.
Yellow Submarine
  • Na capa, aparece novamente uma mão aberta sobre a cabeça de Paul.
  • O submarino na capa se assemelha a um caixão enterrado sobre a montanha.
Abbey Road
  • Na capa com os Beatles atravessando a rua, Paul está com o passo trocado em relação aos outros, é o único fumando e está descalço (os mortos são enterrados descalços), além de estar com os olhos fechados.
  • Lennon, de branco, representaria Deus ou Jesus Cristo; Ringo, o agente funerário; Paul, o cadáver e George, o coveiro.
  • O cigarro que Paul segura está na mão direita. o Paul verdadeiro era canhoto, estaria com o cigarro na outra mão.
  • Um fusca branco estacionado na rua tem a placa 28IF, um lembrete de que Paul teria 28 anos se estivesse vivo. O Fusca na Inglaterra é chamado de "Beetle".
  • Na letra de "Come Together""one and one and one is three" ou "um mais um mais um são três", referência aos três Beatles restantes.
  • Na contracapa, ao lado direito da palavra Beatles, uma imagem feita de luzes e sombras aparece. Trata-se de uma caveira, claramente, com dois olhos e boca.

Paul Está Morto

Paul está morto é uma lenda urbana que diz que Paul McCartney ― cantor e compositor da banda The Beatles ― morreu em um acidente de carro no dia 9 de novembro de 1966 e que foi substituído por um sósia. Em 1966, logo após o lançamento do álbum Revolver, os Beatles pararam de excursionar em virtude da dificuldade de tocar ao vivo os arranjos cada vez mais complexos e inusitados de suas músicas. Este fato, aliado a um acidente de carro sem maiores consequências sofrido por Paul McCartney, deu origem ao surgimento algum tempo depois do maior e mais duradouro boato de todos os tempos: o de que Paul McCartney havia morrido e sido substituído por um sósia. A única "evidência" da morte de McCartney consiste em indícios encontrados em muitas das gravações dos Beatles, centenas de matérias em jornais, especulações de fãs e mesmo livros que foram surgindo sustentando a versão da morte de Paul. As pessoas que acreditavam nisto se basearam em centenas de pistas que supostamente haviam sido deixadas de propósito pelos outros Beatles nas letras das músicas, nas capas dos discos e nos filmes posteriores da banda, de tal modo como se fossem um tipo de enigma ou quebra-cabeças para ser resolvido pelo próprio público. Isso vem sendo reforçado com afirmações de pessoas que alegam que, ao escutar certas músicas ao contrário, é possível encontrar mensagem ocultas. Junto com isso, muitos têm analizados os desenhos gráficos das capas originais de todos seus discos para ajudar a decifrar esta lenda.

O boato inicia-se afirmando que Paul realmente morreu no dia 9 de novembro de 1966, após colidir num cruzamento, segundo dizem, a notícia chegou a ser veiculada numa emissora de rádio, mas tudo foi "abafado". A batida foi tão forte que chegou a desfigurá-lo, matando-o instantaneamente. Foi por isso que o empresário divulgou que os Beatles não fariam mais apresentações ao vivo.
A história do acidente conta que Paul teria sofrido um esmagamento craniano ou foi decapitado ao colidir com outro veículo por não ter observado o sinal do cruzamento fechar, conforme teria sido contado posteriormente na música A Day in the Life: "he blew his mind out in a car... he didn't notice that the lights had changed" ("Ele arrebentou a cabeça num carro... não percebeu que o sinal havia mudado"). No acidente, seu rosto teria sido desfigurado e ele teria perdido seus dentes, o que inviabilizou a identificação do corpo (não existia, na época, exames de DNA para identificação). Desta forma, os outros Beatles teriam resolvido substituí-lo por um sósia. 

Paul tinha um sósia quase-perfeito de origem anglo-escocesa, que inclusive, teria sido dublê de Paul durante as filmagens de “A Hard Day’s Night” e “Help!”. Logo, o tal sósia foi convocado - seu nome seria Willian Campbell (outras fontes citam que o nome do sósia seria Billy Shears, personagem que seria "apresentado" ao mundo, de forma velada, em Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band), já que os Beatles tinham contrato milionário com a Capitol Records. 

De fato, Paul sofreu um acidente de moto que lhe valeu um corte no lábio superior e um dente quebrado. Nada muito grave além disso. Quanto a letra de A Day In The Life, Lennon compôs a letra após ler a notícia da morte do jovem socialite Tara Browne, herdeiro da cervejaria Guinness, de 21 anos, morto em 18 de dezembro de 1966. John estava tocando piano em sua casa quando leu a notícia da morte de Browne no jornal Daily Mail. Tara Browne estava dirigindo com sua namorada, a modelo Suki Potier, no seu Lotus Elan através da South Kensington em alta velocidade (alguns relatos sugerem cerca de 170 km/h). Ele não conseguiu ver a luz do sinal de trânsito e prosseguiu através da esquina da Redcliffe Square com a Redcliffe Gardens, colidindo com um caminhão estacionado e morreu no dia seguinte.
Para a escolha do substituto teria sido foi feito um concurso nacional de sósias e o vencedor, William Campbell ou Billy Shears, após vencer o concurso teria feito algumas operações plásticas para aumentar sua semelhança com o Beatle morto e poder substituí-lo. A única falha no novo beatle teria sido uma cicatriz em seu lábio superior que não pôde ser removida e aparece nas fotos de Paul (o falso Paul) desde então. Esta cicatriz na realidade existiu e foi decorrente do acidente de moto sofrido por Paul, já anteriormente citado.
Os Beatles sempre negaram qualquer envolvimento ou colaboração com os boatos. As "pistas", porém, contribuíram durante algum tempo para melhorar a divulgação e aumentar as vendas dos discos dos Beatles. Segundo a teoria, estas "pistas" teriam sido feitas por John Lennon que, indignado com a farsa, decidiu espalhar a notícia da morte de Paul.
A não ser que o corpo tivesse sido totalmente carbonizado (acarretando, inclusive, na destruição da arcada dentária), não há possibilidade de não se executar a identificação. Não há registro de ocorrência policial ou relato de autópsia noticiando o "acontecimento". Não houve uma única testemunha de um acidente tão grave. Uma figura tão popular e sempre presente como Paul McCartney, seu sumiço certamente seria notado pela imprensa. Na época, nada foi noticiado. E mesmo após 1966, Paul compôs diversas canções tão criativas quanto as anteriores à suposta "morte", tanto com sua carreira com os Beatles quanto em sua carreira solo e com os Wings.

O Lado Negro de Goosebumps

Goosebumps foi um dos destaques de minha infância. Devo ter lido praticamente todos os livros e assistido a uma grande parte dos episódios. A melhor coisa era a razão de todo o terror das histórias. A maioria das histórias tinham monstros, fantasmas e demônios. Mas eu amava aquelas que realmente fodiam com o seu cérebro, como “Um Choque na Rua Shock”. Goosebumps era minha série favorita de livros, mesmo que me mantivessem acordados durante toda a noite.
Na semana passada, eu estava limpando meu quarto reserva. Estava cheio de caixas, livros e roupas velhas, o que era estranho, visto que eu só estava morando em minha casa a três meses. Encontrei uma velha caixa marrom com a palavra "GOOSEBUMPS" escrito nela. Todos os meus antigos livros Goosebumps estivessem dentro dela. Uma onda de nostalgia tomou conta de mim, e eu chorava enquanto olhava para as capas que me deixavam cagando de medo em minha infância. Muitas das páginas estavam com as pontas dobradas, e eu também encontrei dois marcadores e seis cartões de visita.
Na parte inferior da caixa estava uma fita VHS. O titulo "Goosebumps: Esconde-Esconde" estava escrito nela com marcador permanente azul. Eu sinceramente não me lembrava de possuir qualquer episódio da série de TV, então achei muito estranho aquela fita estar lá. Cego pelas memórias de minha infância, não cheguei a pensar muito nisso, e somente pensava nas memórias que o episódio iria me trazer quando o assistisse.
Demorou um pouco pra encontrar meu videocassete no meio de toda aquela bagunça, mas depois de cerca de vinte minutos, finalmente achei. Depois de instala-lo na sala, comecei a assistir a fita. Tudo começou com R.L. Stine (o narrador e criador da série) surgindo debaixo de uma cadeira. Ele começa a falar sobre o jogo Esconde-Esconde: "Não é maravilhoso quando você encontra um bom esconderijo para que ninguém consiga encontrá-lo até o fim?", disse ele, agora sentado na cadeira. "Mas, às vezes, os melhores esconderijos... Podem acabar sendo os piores", continuou ele. Em seguida, o episódio começa.
Três garotinhas estavam num quarto sentadas em círculo. Uma delas aparentemente estava contando uma história assustadora. "Pare com isso Amy! Você está me assustando!", gritou uma das amigas.
"Vê se cresce, Rachel! Não é real!" zombou Amy.
"Talvez devêssemos fazer outra coisa, Amy", disse outra garota.
"É uma festa do pijama, Emily! Isso é o que você faz: Conta histórias de terror! Mas já que você é muito criancinha pra essas coisas, vamos fazer outra coisa", disse Amy.
"Vamos brincar de Esconde-Esconde!", exclamou Rachel, alegre.
"Tudo bem. Não está comigo!", gritou Emily.
"Também não está comigo!", gritou Rachel.
"Tudo bem, tudo bem, está comigo. Eu vou contar até sessenta!", disse Amy, e em seguida começa a contar. Quando chega ao três, Emily corre pelo corredor e se esconde em um armário.


Depois de esperar por algum tempo, ela dá uma olhada no relógio e grita: "Gente! Vocês já desistiram?" Em seguida abre as portas e olha pra fora.
Ela estava em um quarto muito escuro. Havia somente um pequeno homem de terno com o rosto muito borrado, parado em sua frente.
"Bem-vindo", disse ele em uma voz profunda.
"Quem é você?! Onde estou?!", perguntou Emily em uma voz de pânico. "Espere só até meus pais chegarem para casa, eles irão me encontrar!"
O homem riu. "Vocês humanos me divertem. Seus pais te odeiam. Você odeia seus pais."
"Isso é mentira! Eu os amo e eles também me amam!", gritou Emily.
"O amor é apenas uma reação química. Composta para nos fazer pensar que viver realmente valesse a pena. Todos nos odiamos. Sentimentos são feitos somente para nos confortar...”.
Emily se arrastou de volta ao armário, chorando. Você pode ouvi-la batendo na parte de trás da porta.
O homem olha para a câmera: "Seus pais te odeiam muito. O amor é falso. Você odeia todos os seus chamados ‘amigos’. Ninguém se importa com você. Você não se importa com ninguém. Não há nenhuma razão para vivermos, nós somente gostamos de fingir que há. Você pode muito bem acabar com isso agora. Não é tão doloroso quanto você pensa...".
A cena muda para Emily dentro do armário. Ela abre as portas novamente. O homem ainda estava lá. Ele estava prestes a dizer algo, mas eu desliguei a TV antes que ele o fizesse.
Fiquei sentado lá durante uma meia hora, olhando para a estática. Decidi tomar um banho logo em seguida, o que provavelmente deixou os vizinhos estressados, já que era meia-noite, mas eu não dava à mínima. Tentei ler algo para me distrair, mas não conseguia prestar atenção nas palavras. Tudo que eu conseguia ouvir eram as palavras daquele homem: "Ninguém se importa comigo, eu não me importo com ninguém", disse a mim mesmo várias vezes.
Tentei entrar na Internet. Dei uma olhada em algumas paginas do 4chan, tentei ler umas Fanfics, mas eu não conseguia tirar essas palavras de minha cabeça. Entrei no Facebook. Todos esses "amigos" me mandando mensagens, me convidando pra festas, postando fotos de mim. Eles não se importavam comigo. Sentimentos são feitos somente para nos confortar. O amor é apenas uma reação química. Eu poderia muito bem acabar com isso, agora mesmo.

Apenas Um Show - Não Estrelado

Desde o final de 2010, eu não venho fazendo nada de importante, mas rindo pra caramba toda semana com mais um novo episódio, hilariante de Apenas um Show. Todos meus amigos estavam comentando sobre o desenho. Eu estava muito relutante em ver qualquer coisa no Cartoon Network desde o cancelamento de shows como The Eds, Coragem, KND e do bloco Cartoon Network Fridays. Mas desta vez foi diferente. Aparentemente, todo mundo que eu conhecia assistia Apenas um Show, então eu dei uma chance, e foi ótimo. Não houve absolutamente nenhum momento de tédio em Apenas um Show. (Até meu pai, que não gosta de desenhos animados gostou de Apenas um Show) Até agora, eu vi todos os episódios das temporadas 1 e 2. Meu DVR foi definido como "registro de série" para novos episódios.
É agora 2012. Eu fiquei um ano sem assistir Apenas um Show. Quer saber por quê? Aqui vai...
Toda manhã, antes da escola, eu acordava mais cedo e assistia uns episódios. Toda segunda-feira, um novo episódio vai ao ar, por isso o meu DVR grava automaticamente. No entanto, teve uma segunda que apareceram 2 episódios novos no meu DVR. O primeiro era 'Socos Mortais', que era um episódio normal. E o outro foi chamado de 'Demitido'. Demitido? No começo eu pensei que era um episódio onde Mordecai e Rigby finalmente seriam demitidos por Benson. Mas querido Deus... Eu estava errado!
Decidi assistir o episódio. Começou como todos os outros, com os créditos de abertura e aquele tradicional som distorcido que sempre toca. Então, o título do episódio foi exibido na tela. Era "Não Estrelado". Eu pensei que acidentalmente havia selecionado o episódio errado, mas eu estava enganado...
O título do episódio permaneceu congelado na tela. Eu pensei que minha TV estava com defeito, mas o fundo por trás do título começou a chacoalhar. Então, depois de um tempo o episódio finalmente começou. Estava mostrando o parque. Tudo parecia muito escuro e triste. Tinha várias pessoas andando por ali, todas deprimidas, algumas até mesmo chorando. Então a câmera foi se movendo até chegar na casa. A câmera ficou focada na casa. Após cerca de 30 segundos, veio um grito terrível. Parecia Pairulito chorando (voz muito alta e dramática). A câmera começou a se mover em direção a uma janela aberta, o choro de Pairulito tornou-se mais alto, e ainda mais realista, como se alguém estivesse sendo torturado. Uma música triste de violino começou a tocar, como uma música de funeral. Depois do que pareceu uma eternidade, a câmera se deslocou para o quarto de Mordecai e Rigby, eles estavam lá e havia sangue nas paredes. A melodia de violino deprimente continuou a tocar em loop.
Neste ponto eu comecei a ficar com medo. Eram 5:20 da manhã, as luzes da minha casa estavam apagadas, eu estava sozinho na minha sala, e sou muito covarde para me levantar e acender as luzes. A única fonte de luz na minha casa agora é o brilho da minha TV que ilumina toda a sala. Eu queria desligá-la, mas eu não conseguia desviar o olhar. Eu continuei assistindo...
O choro e o violino finalmente parou. A cena mudou para o personagem Benson (gerente do parque) gritando com Mordecai e Rigby por serem preguiçosos, como de costume. Só que desta vez, ele foi ainda mais bravo do que de costume, quase como se fosse matá-los. Neste ponto, as imagens começaram a ficar tremidas e entrar em estática. O áudio ficou distorcido, como se o volume da voz de Benson foi demais para o microfone aguentar. A câmera se moveu lentamente para longe do rosto Benson, que estava vermelho (assim como ele sempre fica quando está bravo), e começou a focar em Rigby.
Algo estava muito errado. Rigby estava péssimo, com um olhar muito chateado, um olhar "morto". A imagem na TV tornou-se então nítida novamente, e começaram a aparecer imagens de episódios anteriores, quando Benson gritava com Mordecai e Rigby.
A cena então muda para o quarto de Pairulito. A imagem havia voltado a ficar ruim, estava muito borrada. No canto do quarto, Pairulito estava segurando uma bola. Mais uma vez, o seu choro aterrorizante foi ouvido, porém mais alto do que antes. A tela começou a se confundir, como se estivesse travando. O choro durou uns 2 minutos até que cortou para outra cena.
Na cena seguinte, Rigby está parado no último andar da casa (sótão). A tela mais uma vez torna-se distorcida e instável, desta vez parecia que estavam tentando censurar algo. Do nada, Mordecai é ouvido gritando "NÃÃÃO!! NÃÃO!!" repetidamente.
Rigby é visto segurando uma espingarda, seus olhos estavam vermelhos. Ele desce as escadas com a intenção de matar Benson. Ele corre para fora, e a imagem volta a ficar fortemente distorcida e embaçada. Então, há um silêncio por um momento. Finalmente, em voz alta, surpreendentemente irreconhecível, foi dita a frase "Você está demitido!!" (provavelmente Benson quem disse). Tiros de espingarda são ouvidos, seguido por um efeito de som de recarga. Então a tela corta novamente para outra cena. Desta vez, Benson está no chão, cheio de buracos de tiro e sangrando. O sangue no entanto parecia extremamente realista.
A próxima cena, que se torna pixelizada, mostra Rigby virar a arma contra si mesmo. Uma vez mais, Mordecai começa a gritar para ele parar. A câmara muda novamente para o quarto de Pairulito. Desta vez, as pernas de Mordecai estão penduradas no teto, e Pairulito está chorando mais alto ainda. Isso me leva a crer que Mordecai tinha cometido suicídio, e Pairulito tinha ficado horrorizado. O episódio corta para preto, e a gravação do DVR chega ao fim.
Fiquei impressionado... Com muito medo, paranóia e ansiedade. Eu não podia acreditar no que eu assisti. Eu imediatamente excluí todos os episódios de Apenas um Show do meu DVR, e nunca contei nada disso pra ninguém. Na escola, toda a conversa de Apenas um Show tinha parado. Pode ser que eu não era o único que presenciou essa tragédia horrível.
Mas agora, a parte preocupante é que eu não consigo que a imagem passada de Mordecai pendurado em uma forca saia da minha cabeça. O choro, o violino... Meu Deus... Aqueles gritos ecoarão na minha cabeça até o dia que eu morrer.